Arquivo de 31 de julho de 2009

Esse dia extra é pra mim. O de Agosto é pra você!

Com as crianças em casa mais 15 dias, vou lançar uma maratona inteligente pela Internet pra ocupar a molecada de São Paulo, cujas aulas só começam dia 17/8, e não mais dia 03 como era previsto… Imagina com essa chuva o que fazer? Arte, oras. Canto. E como ficar divertido? Competição na WEB, sem a aglomeração que facilita a temida Gripe A. Rá. Vou tentar. Fala Tu. Fica por aqui, falo eu, o que a gente inventar!

Hoje dia 31, lançamento do espaço do Analista Quântico, especial e abençoado movimento. Uma rede de proximidade realmente.
Meus artigos de hoje, recapitulação de tabagismo em São Paulo, e sobre redes sociais ( Visão de comunidades virtuais para você, desde que com filtro e objetivos, sem essa de andar como se no tempo em que só dispunhamos da telefonia comum, fossemos carregar “a lista ou o catálogo de telefones da cidade na bolsa”) . ARTIGOS. Relações de valor, nós nutrimos. Posso me relacionar de verdade com minha comunidade. É o que eu, junto com um time de malucos sérios, vou tentando fazer.

Nos vídeos, recomendo dois grandes mestres e amigos. Al Siebert, que no primeiro congresso Internacional de Assessment falou para Universidade Quantum, de Oregan, Portland, a quem homenageio no seu falecimento este Mês…Al Vamos continuar! E no 2o vídeo do mês, recomendo Wellignton Nogueira, já que vamos falar de alegria, no teu novo dia! VIDEOS

As noticias de hoje, com uma beijoca CR;

Economia dos EUA cai 1% no segundo trimestre e “esfria” recessão

A economia dos Estados Unidos “esfriou” a recessão – a maior nos últimos 80 anos – e registrou queda anual de 1% no segundo trimestre, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento de Comércio. O resultado veio melhor que o esperado por analistas, que projetavam queda de 1,5% no Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano entre os meses de abril e junho.

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O Departamento de Comércio revisou os dados referentes ao primeiro trimestre, apontando queda de 6,4%, ante 5,5% da divulgação anterior. Trata-se do maior declínio desde a leitura equivalente no primeiro trimestre de 1982.
Em relação ao segundo trimestre do ano passado, o recuo da economia norte-americana entre abril e junho foi de 3,9%. Foi o quarto trimestre consecutivo de recuo do PIB norte-americano, a maior sequência desde 1947, no início da série histórica.
Os dados preliminares de hoje são a primeira divulgação oficial do Departamento do Comércio. Os números passarão, ainda, por outras duas revisões, a serem publicadas em agosto e setembro.

Resultados

Principal pilar da economia norte-americana, o consumo das famílias caiu 1,2% no segundo trimestre, contra alta de 0,6% dos três primeiros meses do ano, segundo dados já revisados – na estimativa anterior, a alta havia sido de 1,4% no primeiro trimestre.
Todas as categorias de consumo registraram variação negativa no segundo trimestre. O destaque ficou com bens duráveis, que caiu 7,1%, após alta de 3,9% no período anterior.
“O fraco desempenho da demanda interna, muito afetada pelo aumento do desemprego e queda da confiança na economia, foi amenizada pela recuperação dos demais componentes do PIB”, ponderou Inês Filipa Marques Pereira, economista-chefe da corretora Arkhe, em relatório.
“Os investimentos registraram queda menos intensa (-20,4% contra -50,5%), puxado pela recuperação dos investimentos em infra-estrutura (-8,9% contra -39.2%) e equipamentos (-9,0% contra -63,4%), enquanto o setor de moradias ainda registrou fraco desempenho, porém com ritmo menor que o primeiro trimestre”, completou.
As exportações caíram 7% no segundo trimestre, resultado melhor que os 29,9% observado nos três primeiros meses do ano. As importações seguiram caminho parecido: baixa de 15,1%, ante 36,4% do período anterior.
“Já o governo elevou seus gastos, principalmente com defesa, contribuindo positivamente para o melhor desempenho do PIB”, completou a corretora.

Escrever pode ajudar a encontrar um novo emprego

Embora a história nos lembre que o trabalho é uma pena a ser cumprida, ao longo dos anos o homem passou a ter uma relação muito estreita com a atividade que lhe garante o pão de cada dia. Trabalhar não só dignifica, mas permite que as pessoas se expressem através da profissão: o homem é que ele faz. Perder o emprego – e, portanto, a própria identidade – é tido como uma das experiências mais traumáticas e estressantes que uma pessoa pode experimentar. Para o psicólogo americano James Pennebaker, da Universidade do Texas, autor do livro Abra seu coração – o poder de cura através da expressão das emoções (Ed. Gente, 2007), escrever sobre pensamentos e sensações ligados a uma demissão inesperada, ajuda a superar os sentimentos negativos e pode diminuir o tempo de espera para uma recolocação.
Segundo o psicólogo, o que acontece no mundo do trabalho é que, depois de uma experiência como essa, as pessoas sentem muita raiva. Na ocasião da primeira entrevista após a dispensa, o candidato geralmente não consegue disfarçar esse sentimento em relação ao antigo empregador. Assim, acaba saindo do páreo para o novo trabalho. Além disso, como não consegue se livrar dessa sensação, pode colocar em risco a saúde. A conseqüência é o enfraquecimento das defesas imunológicas e das atividades cardíaca e vascular, bem como do funcionamento bioquímico do sistema cerebral e nervoso.

Executivos escritores

Conhecedora dos experimentos de Pennebaker e entusiasmada com os resultados obtidos em suas pesquisas, Stefanie Spera, psicóloga e proprietária de uma empresa de recolocação, decidiu testar a tese do colega: seu objetivo era ajudar um determinado grupo de engenheiros que passara por um processo de reestruturação e conseqüente demissão. Todos eram ex-funcionários de uma grande empresa de computação de Dallas que, durante sua história, jamais fizera demissões em massa.
Dada a baixa taxa de turnover, a maioria dos profissionais tinha quase trinta anos de casa e idade média de 52 anos. Apesar disso, todos se viram numa situação na qual, após a comunicação da dispensa, “foram escoltados às suas mesas por um segurança, que ficou vigiando enquanto eles juntavam seus pertences. Depois foram levados à porta da frente, obrigados a entregar suas chaves e seus crachás… Assim, sem nenhum aviso, sem nenhuma consideração pelo tempo que faltava para se aposentarem”, conta Pennebaker.
Histórias de humilhação e ultraje
Pennebaker participou de encontros onde foram entrevistados quase cinqüenta homens, a maioria amargurada e hostil diante dos fatos ocorridos e da proposta de escrever sobre o que lhes acontecera. Contudo, a perspectiva de aumentar as possibilidades de encontrar um novo emprego foi o suficiente para que aceitassem a participar do estudo.
Divididos em três grupos, os executivos do primeiro grupo foram orientados a escrever por cinco dias consecutivos, durante trinta minutos, sobre os pensamentos e sentimentos mais profundos ligados à perda do emprego. Ao segundo grupo foi solicitado que escrevessem no mesmo período e tempo sobre o que fizeram com seu tempo livre desde então. O terceiro grupo nada escreveu, servindo apenas como parâmetro para as observações.
O resultado foi surpreendente: os executivos que escreveram sobre os fatos traumáticos ligados ao trabalho foram extremamente abertos e honestos em suas redações e declararam que se sentiram muito bem imediatamente após a experiência. Os temas desenvolvidos descreviam a “humilhação e o ultraje de perder o emprego… os problemas conjugais, doenças e morte, dinheiro e temores em relação ao futuro”, relata o especialista.
Após três meses do estudo realizado, 27% dos participantes do grupo que escreveu conseguiram um novo emprego, enquanto somente 5% das pessoas dos outros dois grupos obtiveram sucesso. Nos meses seguintes, 53% dos “escritores” já estavam empregados, contra somente 18% dos demais grupos.
Menos hostilidade
Aqueles que escreveram sobre seus sentimentos e pensamentos conseguiram lidar melhor com a extrema raiva que sentiam e, por isso, nas entrevistas foram capazes de se mostrar menos frustrados com as circunstâncias da perda do emprego anterior. É possível que, para os entrevistadores, esses profissionais “deram a impressão de ser candidatos menos hostis e mais promissores”, conclui Pennebaker.

Um tributo para Wilson Simonal

Maria Rita, Caetano Veloso, Marcelo D2, Paralamas do Sucesso, entre outros, vão cantar músicas do cantor em um show no Rio de Janeiro. A direção musical será dos filhos de Simonal, Max de Castro e Simoninha

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O documentário “Simonal, ninguém sabe o duro que eu dei”, de Claudio Manoel, Calvito Leal e Micael Langer, lançado em maio deste ano, ajudou a sacudir a poeira da carreira do cantor. Prova disso é que no próximo dia 11 de agosto, no Rio de Janeiro, Simonal ganhará um tributo, batizado de “Baile do Simonal”, com direção musical de seus filhos Max de Castro e Wilson Simoninha. O show será gravado para ser lançado em CD e DVD ainda este ano pela gravadora EMI.
A lista de convidados inclui nomes como Maria Rita, Caetano Veloso, Paralamas do Sucesso, Marcelo D2, Lulu Santos, Roberto Frejat, Rogério Flausino, Alexandres Pires, Exaltasamba, Sandra de Sá, Samuel Rosa, Diogo Nogueira, Seu Jorge, Fernanda Abreu, Orquestra Imperial, além dos dois filhos do cantor.
Max e Castro, responsável pelos arranjos da apresentação, faz mistério sobre o repertório completo da apresentação, mas adianta alguns números: os Paralamas cantarão “Mustang cor de sangue”, D2 vai de “Nem vem que não tem”, Mart’nália deve cantar o hit “Mamãe passou açúcar em mim” e Samuel Rosa ficará com “Carango”.
Max se diz contente com a adesão dos artistas ao tributo. “Além de sentir a empolgação de todos em participar do projeto, eles fizeram questão de demonstrar sua relação com o trabalho do Simonal”, diz Max, que cita Lulu Santos como um dos mais animados. “Ele me disse que o primeiro disco que ele comprou na vida foi ‘A nova dimensão do samba’ (segundo álbum de Simonal) e que ele estava na plateia do histórico show do Maracanãzinho (quando Simonal fez uma multidão cantar ‘Meu limão, meu limoeiro’)”. Aliás, Lulu é o único artista que fará seu próprio arranjo para a apresentação.
Uma apresentação dessas faz pensar como seria oportuno que o mesmo tivesse acontecido enquanto Simonal ainda estava vivo, tentando sair do ostracismo. Max concorda, mas diz não culpar a classe artística da época pelo exílio involuntário do pai. “Naquela época, a barra era pesada e as pessoas não tinham informações concretas do que realmente tinha acontecido com ele. Como tudo era meio confuso, as pessoas acabaram se afastando mais pela duvida do que pela certeza”, afirma.
O documentário sobre a vida do cantor, que já está na 12ª semana de exibição e teve cerca de 70 mil expectadores, cumpre, de certa forma, o papel de reabilitar a figura de Simonal. O filme trouxe de volta, e apresentou aos mais jovens, a sua música, além de relembrar momentos históricos da carreira do cantor, como a sua apresentação ao lado de Sarah Vaughan, na década de 60.

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Os craques Simonal (à dir.) troca de lugar com o jogador Pelé; o cantor foi uma espécie de incentivador da seleção brasileira na Copa do Mundo de 70
O filme também serviu para aparar algumas arestas da vida de Simonal, como o episódio que envolveu uma surra que o cantor teria mandado amigos policiais aplicar em seu contador, a quem Simonal acusava de roubo. O fato, ocorrido em plena ditadura militar, ganhou proporções gigantescas e o cantor foi acusado de ser informante dos órgãos de repressão do governo. Os amigos se afastaram e a carreira de Simonal praticamente acabou.
De qualquer forma, todo esse barulho em torno da obra de Simonal anima Max de Castro. “Quem não o conhecia fica muito impactado. Quem viveu na época, emociona-se. Imagina que maravilha que é você descobrir, de repente, um ‘Ray Charles’ ou um ‘Marvin Gaye’”, afirma o músico. “Pena ele não estar aqui para poder presenciar isto”.
Além do lançamento do tributo em CD e DVD, a EMI vai colocar novamente nas lojas uma caixa com os CDs que o artista fez pela gravadora de 1961 a 1971. Um outro lançamento também deve animar os novos e velhos admiradores do rei do suíngue: um disco chamado “México 70″, que só foi lançado no México durante a Copa do Mundo de 70, em que o cantor foi uma espécie de incentivador da seleção brasileira.

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Notícias de 6a feira

O cliente é o melhor vendedor

Inspirada no poder das redes sociais, a Nextel transformou usuários em vendedores e se tornou uma das operações de telefonia mais rentáveis do país

O empresário Hiroshi Chibana, de 40 anos, sempre se considerou um bom vendedor. Dono de uma empresa de autopeças em São Paulo, ele começou a carreira ajudando o pai a vender verduras na feira, no bairro do Limão, zona norte da cidade, quando ainda era criança. Até que, em 1990, com apenas 15 anos, comprou, junto com o irmão, seu atual negócio, a Chibana Autopeças. Em apenas cinco anos, a empresa praticamente dobrou de tamanho graças, em grande parte, à habilidade do empresário à frente do balcão. Nos últimos meses, no entanto, Chibana tem tentado vender mais do que pastilhas de freio e correias dentadas. O empreendedor tem se dedicado a encontrar consumidores dispostos a comprar planos da Nextel, companhia americana que oferece serviços de rádio pelo celular no Brasil. Só nas últimas semanas, Chibana — ele próprio um comprador dos serviços da Nextel — indicou quatro novos usuários para a operadora entre clientes de sua própria empresa e amigos. Com isso conseguiu uma economia de cerca de 30% em sua fatura mensal. “Estou satisfeito com o serviço da empresa”, afirma Chibana. “E, se posso economizar ao indicá-la a amigos, por que não o faria?”
A história de Chibana oferece um dos exemplos mais contundentes de um expediente que se tornou comum na subsidiária brasileira da Nextel. Desde abril, seus mais de 1 000 vendedores mudaram a rotina de trabalho. Habituados a visitar apenas clientes corporativos e a esperar pelo contato de eventuais interessados em adquirir os serviços da empresa, eles agora partiram para uma espécie de guerrilha corpo a corpo, incentivando os próprios usuários a indicar novos clientes. Quase metade dos cerca de 250 000 novos clientes conquistados nos últimos meses chegou à Nextel por indicação de outros mais antigos. A captação de cada um deles custa, em média, 500 reais, cerca de cinco vezes o valor que as operadoras normalmente gastam para conquistar um novo usuário. Isso explica, em grande parte, por que clientes-vendedores, como Chibana, hoje são tão importantes para o negócio. Diante dos resultados alcançados no Brasil, a matriz americana já estuda exportar o modelo para outras filiais, como México, Argentina e Peru. “Esse modelo vai nos ajudar a manter o ritmo de crescimento de 40% ao ano”, afirma o mineiro Sérgio Chaia, presidente da operação brasileira da Nextel.

Enfrente os medos

Com a economia e o mercado de trabalho instáveis, a insegurança no escritório aumenta. Veja como lidar com ela sem estresse
A incerteza econômica e o sobe e desce das estatísticas de emprego acabam alimentando a insegurança no trabalho, pois, a reboque dos indicadores externos, vêm pressão por corte de custos e maior cobrança por resultados. Quem já passou por outras crises garante que nessas horas é melhor deixar o radar ligado para detectar o clima entre os colegas da equipe e ficar antenado nos rumos da empresa. O executivo João Neto, diretor de marketing para a América do Sul da Anixter, distribuidora de produtos de telecomunicações, garante que o segredo é manter a calma e a produtividade em alta. Há 13 anos na companhia, ele viu crises como o estouro da bolha da internet e a queda na economia após os atentados ao World Trade Center, em 2001, nos Estados Unidos. “No 11 de setembro, nosso faturamento caiu mais de 40%”, diz. “Foi a crise mais grave pela qual passei.” Das experiências, João aprendeu a reagir quando a insegurança ameaça imobilizar sua capacidade produtiva. “O profissional não pode se trancar numa sala. Tem que agir.” Acompanhe a seguir um plano de ação para não se abalar em situações de insegurança e garantir o desempenho quando…

… seu chefe está inseguro
Já imaginou a pressão que tem vindo de cima por resultados e cortes no orçamento? Tente se colocar no lugar do chefe. “Quando faz mudanças bruscas de rota, o líder pode estar tentando se adaptar à nova realidade, mas o funcionário interpreta isso como uma deficiência”, diz Rodrigo Soares, gerente da divisão de recrutamento em vendas e marketing da Hays, no Rio de Janeiro. Se você tem alternativas para sugerir, fale sem criar uma ameaça a mais. “Compartilhe possíveis, e inéditas, soluções.”

… seus pares estão inseguros
Evite o desespero e procure ajudar seus colegas a trabalhar positivamente. “A influência sobre pares e colegas é limitada, o importante é discordar de maneira agradável, propondo parcerias e evitando alimentar fofocas”, diz a psicóloga Ana Fraiman, autora do livro O Chefe dos Meus Sonhos (Alexa Editorial). Tente apontar os benefícios do trabalho em equipe e mostre que a crise é um teste de lealdade, que revela com quem a empresa pode realmente contar. “Diga ao colega que vocês precisam estar nessa lista”, diz Ana Fraiman.

… seus subordinados estão inseguros
A dica é deixar a equipe à vontade para dar vazão aos sentimentos sobre a situação atual. Seja transparente. Para isso, duas orientações são importantes, segundo Elaine Saad, gerente-geral da consultoria Right Management. A primeira: o que você acha que é importante para os subordinados pode não ser o que eles acham que é importante para eles. E a segunda: reconheça que você não tem todas as respostas. “Se comunique, mesmo que seja para falar que não sabe”, diz Elaine.

… você mesmo está inseguro
Sentir um frio na barriga de vez em quando é normal. O problema é quando o indivíduo entra em uma ansiedade patológica, se cobrando excessivamente e antecipando fatos negativos que podem nem acontecer — uma demissão, por exemplo. Aí, a cobrança, que só era externa, encontra um cúmplice poderoso. “Às vezes, não dá para fazer tudo que deveria ter sido feito. Reconheça seus limites”, diz Adriana Fellipelli, sócia-diretora da consultoria Fellipelli. “Fale com pessoas experientes e pergunte como já lidaram com situações parecidas.”

COMO LIDAR COM A INSERGURANÇA

> IDENTIFIQUE O PROBLEMA
A insegurança letal vem daqueles que colocam o atual emprego em primeiro lugar, e não a carreira em si. Quem vê o emprego como única opção tende a ser mais inseguro. “Deixe o comodismo de lado”, diz a psicóloga Ana Fraiman.

> ENCARE O MEDO COM SERENIDADE
Separe seus medos reais dos medos imaginários. Em muitos casos, os “monstros” só estão na sua cabeça e o medo do perigo acaba sendo muito maior do que o próprio perigo. “Reserve um tempo para pensar os problemas de forma distanciada”, diz
Rodrigo Soares, da Hays.

> NÃO ESQUEÇA O PLANO B
Os especialistas em carreira são unânimes: tenha um plano B para o trabalho e para a vida pessoal. Quem aposta todas as fichas em uma só jogada fica mais vulnerável às leis do mercado e sujeito à insegurança.

> MANTENHA O FOCO NO FUTURO
Nos momentos de tensão, não perca seus valores, princípios e convicções. Mantenha a confiança em si e, acima de tudo, tenha foco em seus planos. “Só quem sabe com clareza aonde quer chegar mantém a autoestima elevada”, diz a consultora Adriana Fellippelli.

Pesquisa revela que 87% da comunidade escolar têm preconceito contra gays

Nas escolas públicas brasileiras, 87% da comunidade – sejam alunos, pais, professores ou servidores – têm algum grau de preconceito contra homossexuais. O dado faz parte de pesquisa divulgada recentemente pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e revela um problema que estudantes e educadores homossexuais, bissexuais e travestis enfrentam diariamente nas escolas: a homofobia.
O levantamento foi realizado com base em entrevistas feitas com 18,5 mil alunos, pais, professores, diretores e funcionários, de 501 unidades de ensino de todo o País.
“A violência dura, relacionada a armas, gangues e brigas, é visível. Já o preconceito a escola tem muita dificuldade de perceber porque não existe diálogo. Isso é empurrado para debaixo do tapete, o que impera é a lei é a do silêncio”, destaca a socióloga e especialista em educação e violência, Miriam Abromovay.
Um estudo coordenado por ela e divulgado este ano indica que nas escolas públicas do Distrito Federal 44% dos estudantes do sexo masculino afirmaram não gostariam de estudar com homossexuais. Entre as meninas, o índice é de 14%. A socióloga acredita que o problema não ocorre apenas no DF, mas se repete em todo o País.
“Isso significa que existe uma forma única de se enxergar a sexualidade e ela é heterossexual. Um outro tipo de comportamento não é admitido na sociedade e consequentemente não é aceito no ambiente escolar. Mas a escola deveria ser um lugar de diversidade, ela teria que combater em vez de aceitar e reproduzir”, defende.
A coordenadora-geral de Direitos Humanos do Ministério da Educação (MEC), Rosiléa Wille, também avalia que a escola não sabe lidar com as diferenças. “Você tem que estar dentro de um padrão de normalidade e, quando o aluno foge disso, não é bem-compreendido naquele espaço.”
Desde 2005 o MEC vem implementando várias ações contra esse tipo de preconceito, dentro do programa Brasil sem Homofobia. As principais estratégias são produzir material didático específico e formar professores para trabalhar com a temática.
“Muitos profissionais de educação ainda acham que a homossexualidade é uma doença que precisa ser tratada e encaminham o aluno para um psicólogo. Por isso nós temos pressionado os governos nas esferas federal, estadual e municipal para que criem ações de combate ao preconceito”, explica o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis.
As piadas preconceituosas, os cochichos nos corredores, as exclusões em atividades escolares e até mesmo as agressões físicas contra alunos homossexuais têm impacto direto na autoestima e no rendimento escolar desses jovens. Em casos extremos, os estudantes preferem interromper os estudos.
“Esse aluno desenvolve um ódio pela escola. Para quem sofre violência, independentemente do tipo, aquele espaço vira um inferno. Imagina ir todo dia a um lugar onde você vai ser violentado, xingado. Quem é violentado não aprende”, alerta o educador Beto de Jesus, representante na América Latina da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexo (ILGA).
Especialistas ouvidos pela Agência Brasil acreditam que, para combater a homofobia, a escola precisa encarar o desafio em parceria com o Poder Público. “A escola precisa sair da lei do silêncio. Todos os municípios e estados precisam destampar a panela de pressão, fazer um diagnóstico para poder elaborar suas políticas públicas”, recomenda Miriam Abromovay.
Para Rosiléa Wille, o enfrentamento do preconceito não depende apenas da escola, mas deve ser um esforço de toda a sociedade. “A gente está tendo a coragem de se olhar e ver onde estão as nossas fragilidades, perceber que a forma como se tem agido na escola reforça a rejeição ao outro. Temos uma responsabilidade e um compromisso porque estamos formando nossas crianças e adolescentes. Mas o Legislativo, o Judiciário, a mídia, todas as instâncias da sociedade deveriam se olhar também.”

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Não entendi, Presidente….e Entendi, Mr Jim Collins!

“Não se pode vender tudo como se fosse um crime de pena de morte”, diz Lula sobre gravações envolvendo família Sarney
Do UOL Notícias

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao ser questionado sobre as gravações telefônicas da Polícia Federal divulgadas ontem, que revelam a atuação direta do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), na nomeação de parentes para cargos da Casa, afirmou que “não se pode vender tudo como se fosse um crime de pena de morte”. As declarações de Lula foram feitas nesta quinta-feira (23) em entrevista à Rádio Globo AM de São Paulo.
“Eu acho que precisamos fazer as investigações corretas e o Senado tem instrumentos para isso. Não pode vender tudo como se fosse um crime de pena de morte”, disse.
{Falo eu: eu não entendi. Daí leio um bocadinho mais, pode ser falta de discernimento seu, Claudinha….}

Sobre um possível afastamento ou uma cassação de Sarney, Lula disse que “é necessário que se investigue, apure e se puna corretamente” se houver necessidade. “O Senado já cassou senador e presidente da República. Não podemos estabelecer a morte precoce. Temos que estabelecer um julgamento. Não posso entender que cada pessoa que sofra uma denúncia tenha que abandonar o cargo. É necessário que se investigue, apure e puna corretamente”, afirmou Lula.

{Falo eu: bem , apurar-se adequadamente é correto e esperado. Já a metáfora de pena de morte à venda sugere um exagero descuidado. Não seria a morte perder um cargo, nem seria precoce afastar-se espontaneamente do poder, por honrar a decência e o bem público. Um homem honrado pede o afastamento do cargo imediatamente, para que se possam apurar irregularidades. A “morte” na leitura do caso expressa o apego voraz ao cargo, aos negócios, ao governo, as transações ilegais… Portanto, Sir Ney, posicione-se, menino! Sinto muito pela queda da sua esposa. Peça seu afastamento, Sir Ney, e vá cuidar da sua família. Não se pronunciar sobre as gravações em que novas transações ilícitas são levantadas contra o senhor, é silêncio venenoso. Reaja, homem!}

O presidente justificou, ainda na entrevista, a declaração dada ontem, na qual afirmou que o Ministério Público (MP) tem que tomar cuidado com a “biografia” dos investigados. “Eu disse que o MP tem que tomar o cuidado de cumprir a lei ao pé da letra, porque se ceder à pressão da imprensa, do Executivo e do Legislativo, vai condenar antes de investigar”, disse.

exame/gestão
“A crise obriga as empresas a ter foco. A prosperidade, não”

Nenhum pensador do mundo dos negócios é tão respeitado hoje como o americano Jim Collins. Numa entrevista exclusiva a EXAME, ele explica por que empresas poderosas quebram e como a adversidade separa grandes líderes de executivos medíocres

Revista EXAME –

Uma placa na porta do escritório do americano Jim Collins, autor dos clássicos livros “Feitas para Durar” e “Empresas Feitas para Vencer”, deixa claro para o visitante que aquele não é um ambiente de trabalho comum. Em vez de uma tabuleta com seu nome, lê-se a expressão “ChimpWorks”, algo como “chimpanzé trabalhando”. Collins, definitivamente, não é um chimpanzé – embora ache que é um sujeito curioso, assim como os macacos. A irreverência das boas-vindas é um dos sinais de informalidade daquele que é considerado hoje o sucessor legítimo de Peter Drucker, o maior teórico dos negócios em todos os tempos. Casado há 29 anos com uma atleta de triatlo, fanático por escaladas e dono de penetrantes olhos azuis, Collins se mudou para Boulder, no Colorado, no início da década de 90. Com pouco mais de 100 000 habitantes, a cidade é mais conhecida por ser um bom lugar para pedalar do que por uma produção intelectual profícua. Mas Collins acredita que viver numa comunidade pequena o ajude a se concentrar no trabalho. Em seu escritório de cerca de 140 metros quadrados trabalham apenas cinco funcionários em tempo integral, e durante as férias universitárias ele contrata estudantes para ajudá-lo em suas pesquisas. “Faço questão de ter uma estrutura pequena”, disse, durante uma entrevista exclusiva a EXAME. “Não quero ter de passar mais tempo administrando um escritório do que fazendo pesquisa.” { Falo Eu: gênio. Recomendo que se dedique 70% do seu tempo ao SEU trabalho, deixando a adminístração do entorno com a menor parcela. Continuo tentando.}

É justamente essa dedicação à pesquisa que transformou Collins numa celebridade do mundo dos negócios. Suas palestras – não mais do que 18 ao ano – são disputadas por empresas que pagam mais de 100 000 dólares para ouvir o que ele tem a dizer. Também é seletivo em relação às propostas de consultoria e adota o que chama de método “socrático” para ajudar empresas. “Durante duas manhãs, reúno os principais executivos de uma companhia nesta sala e faço perguntas duras, que normalmente as empresas não têm a disciplina de fazer”, diz. “No final do processo, eles mesmos encontram as respostas que procuram.” Uma das companhias que costumam ter seus executivos sabatinados é a cervejaria ABInBev. O empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann, um de seus principais acionistas, conheceu Collins há mais de 20 anos, quando ele ainda era professor de empreendedorismo na Universidade Stanford. (Depois da repentina fama do livro Feitas para Durar, publicado em 1994, Collins deixou a universidade.) “Nestes anos todos, ele nos ensinou e influenciou muito, principalmente em nossa busca de perpetuação dos negócios”, afirmou Lemann a EXAME. “Desde a junção com a Interbrew, tem sido uma peça-chave, porque está conseguindo transmitir também aos belgas essa cultura de eficiência e perpetuação.”
Aos 51 anos de idade, Collins acaba de lançar outro livro: How the Mighty Fall (“Como as poderosas caem”, numa tradução livre, ainda sem previsão de publicação no Brasil). Trata-se de seu primeiro mergulho no universo de grandes companhias americanas que fracassaram – até hoje, seus estudos se concentraram em empresas vencedoras. Trata-se de uma iniciativa que, em tom de brincadeira, Collins descreve como “passar para o lado negro da força”. Depois de um rigoroso processo de seleção, ele chegou a 11 corporações que apresentaram um impressionante histórico de ascensão e queda. A principal conclusão é que, não importa quão bem-sucedida uma empresa seja, ela sempre pode cair – e, em alguns casos, desaparecer por completo. Foi esse o destino da Circuit City, um dos casos estudados por Collins. A rede de eletrônicos teve um desempenho tão excepcional entre as décadas de 80 e 90 – durante um período de 15 anos, o retorno acumulado do investimento em suas ações foi 18 vezes maior do que a média do mercado – que foi uma das protagonistas do livro anterior de Collins, Empresas Feitas para Vencer. A crise econômica e uma série de decisões equivocadas acabaram por decretar o final da companhia, em novembro do ano passado. A boa notícia da obra é que mesmo empresas em estágio avançado de decadência podem se recuperar, ainda que o mundo à sua volta viva uma fase de intensa turbulência – os exemplos mais contundentes são o da HP e o da Merck. “A crise obriga as empresas a ter foco”, afirma Collins. “A prosperidade, não.”
A seguir, os principais trechos da entrevista de Jim Collins a EXAME, que já tinha mencionado dias atrás, e transcrevo abaixo.
O sucesso pode matar
Para Jim Collins, empresas poderosas não entram em declínio porque se acomodam. Elas se tornam tão arrogantes que acreditam que todas as suas iniciativas serão infalíveis

Você sempre escreveu sobre empresas bem-sucedidas. Por que decidiu agora abordar as que fracassaram?

A questão começou a bater na minha cabeça em 2004. Na época, as grandes dificuldades enfrentadas pela HP me fizeram pensar por que a empresa havia levado aquele tombo. A mesma coisa acontecia com a Motorola. Ambas eram empresas extraordinárias e mesmo assim tropeçaram – em alguns casos, mais do que isso. Em 2005, fui a uma conferência em West Point (da qual participaram militares, executivos e líderes de associações do Terceiro Setor) e um presidente de empresa me perguntou: “Como você consegue saber que está caindo antes de o pior acontecer?” Eu precisava tentar responder a essa questão.

Qual foi a descoberta mais inesperada de sua pesquisa?

Três coisas se destacaram. A primeira é quanto uma empresa pode estar decadente e ainda parecer saudável. Encontramos cinco estágios de declínio. O fato de que uma empresa possa passar pelos três primeiros sem aparentar que está caindo foi uma surpresa para mim. A segunda é quanto uma companhia pode cair e, ainda assim, voltar. Empresas como IBM, Nordstrom, Nucor, HP e Merck chegaram ao quarto estágio de declínio e conseguiram voltar – isso é impressionante. É também uma mensagem de esperança: uma companhia pode estar em decadência e ser capaz de se recuperar. Mas provavelmente o que mais me surpreendeu foi a evidência de que empresas poderosas não desmoronam por complacência. Elas caem porque tentam muito, em várias direções, inovam demais, buscam crescimento exagerado. As pessoas pensam que companhias de sucesso acabam se acomodando, se tornam preguiçosas e o mundo as atropela. É assim que as empresas medíocres somem, mas não as grandes. Você pode achar que está se protegendo ao ser muito agressivo e fazer muitas coisas ao mesmo tempo – e isso é justamente o que pode matá-lo.
Qual a responsabilidade dos conselhos de administração nessas histórias de queda? Normalmente se culpa apenas o principal executivo…
Na maioria das empresas, o principal executivo é praticamente um ditador – para o bem ou para o mal. É ele quem tem o poder, não o conselho. Se a companhia tiver um problema e os acionistas chiarem, aí o conselho entrará em cena, mas o processo leva algum tempo. O poder do dia a dia está com o presidente. Assim, um líder equivocado pode levar uma empresa à ruína praticamente sozinho. Portanto, a grande responsabilidade do conselho é colocar a pessoa certa no comando. A pesquisa mostrou que as empresas que estavam na fase 2 de declínio tinham passado por processos de sucessão malsucedidos. Mas, quando o conselho consegue cumprir sua principal tarefa, o jogo muda. Veja o que fez o conselho da Xerox quando, no início desta década, a empresa estava num avançado estágio número 4 e se preparava para trocar de comando. Havia uma candidata interna, Anne Mulcahy, que na época nem estava na lista das executivas mais poderosas da revista Fortune. O conselho teve a coragem de escolhê-la. Agora, para substituir Anne, acabam de escolher outra insider, Ursula Burns. Esse é um exemplo de conselho que consegue fazer escolhas difíceis. Eles não vão buscar presidentes mágicos lá fora. Outra atribuição dos conselhos é não embarcar na corrida desesperada pela salvação. Se o principal executivo de uma empresa em apuros sugere uma fusão miraculosa, o conselho deve dizer não. Nossa pesquisa mostra que as grandes aquisições não salvam ninguém. Elas só funcionam se forem feitas como aceleração de um processo que já está funcionando, não como tábua de salvação.

Em Empresas Feitas para Vencer, você disse que não é possível estabelecer uma relação direta entre o sucesso de uma companhia e a alta remuneração de seus executivos. Sua nova pesquisa mostra que o contrário pode ocorrer, isto é, o sistema de remuneração pode colocar uma empresa em risco?

Se uma empresa oferece a um grupo de pessoas um incentivo diferente, elas vão responder de um jeito diferente. Essa é a regra geral. Mas os líderes excepcionais nunca são movidos por remuneração. Eles querem construir algo grande. Você não perguntaria a Beethoven se ele escreveu uma bela sinfonia em troca de dinheiro nem a F. Scott Fitzgerald se ele escreveu o Grande Gatsby pensando em quanto poderia ganhar. Um líder cria uma grande empresa, escreve um grande livro ou compõe uma grande sinfonia porque ele pode e é movido a fazer isso. A ideia de que podemos motivar pessoas por meio de remuneração é verdade para os medíocres, não para os grandes – eles são movidos por uma força interna. Eles são estranhamente compulsivos, neuróticos, paranoicos, intensos. As empresas têm de ter uma remuneração que mantenha essas pessoas – o que é bem diferente de incentivos. Elas têm de pensar não em “como” pagar seus executivos, mas “a quem” devem pagar – e só então descobrir uma maneira de remunerá-los de modo que eles fiquem. Se uma companhia tiver gente movida só por dinheiro, ela não será duradoura.

Seu livro é sobre empresas em declínio, e a GM, maior ícone do capitalismo americano, acaba de pedir concordata. O que deve acontecer com a montadora?

A GM está em algum lugar muito, muito, muito avançado do estágio 4. Quem sabe se um dia conseguirá voltar? Não posso prever. Minha pesquisa na GM terminou em 1994, com a publicação de Feitas para Durar. Desde aquela época já havia uma diferença entre ela e a Ford. OK, a Ford não está em grande forma hoje, mas está em melhor forma que a rival. Quando os asiáticos chegaram com carros de boa qualidade, a resposta da GM foi a negação: “Eles não são uma ameaça séria”. A Ford, por sua vez, tentou resolver seus problemas de qualidade. O caso da GM mostra que uma empresa pode estar doente muito antes de aparentar fraqueza.

Um dos mitos que seu novo livro derruba é o do salvador forasteiro, o presidente contratado a peso de ouro no mercado para tirar uma empresa do buraco. Por que os forasteiros normalmente fracassam?

Todos os estudos que fiz mostram que os líderes formados internamente têm mais sucesso que os forasteiros. Não estou dizendo que alguém contratado no mercado esteja condenado a fracassar, mas os bem-sucedidos são uma exceção. Em Empresas Feitas para Vencer, 90% dos presidentes de empresas bem-sucedidas vinham de dentro, enquanto 60% das que usamos para comparar com as vencedoras tinham forasteiros no comando. Que vantagens os internos têm? A primeira é que eles já sabem quem são as pessoas certas para formar o melhor time. Além disso, para vencer, uma empresa deve preservar seus principais valores – e mudar as práticas, as estratégias. Quem vem de dentro cresceu com os valores, mas quer fazer mudanças, porque sabe que elas são necessárias. Um forasteiro normalmente quer mudar valores, e aí começa a confusão. O terceiro ponto é que um interno é alguém que o conselho de administração conhece melhor. Um forasteiro pode fazer uma boa entrevista, conseguir boas referências. Mas o conselho sabe o que um profissional da empresa é realmente capaz de fazer. Finalmente, quem vem de dentro normalmente sente paixão pela companhia. O que aconteceu com Gerstner (o ex-presidente da IBM Louis Gerstner, contratado para salvar a empresa nos anos 90, quando ela enfrentava uma crise profunda)? Ele era um forasteiro, mas disse que se apaixonou pela empresa.

Os executivos de hoje são pressionados a mostrar resultados melhores a cada trimestre, embora a visão de curto prazo possa comprometer a longevidade de uma empresa. Como equilibrar curto e longo prazo?

Um executivo tem de administrar uma empresa pensando em um quarto de século, não em um trimestre. A função de uma companhia é gerar valor para seus donos, e isso não é algo de curto prazo. É preciso diferenciar valor de preço. Preço sobe e desce, de maneira quase randômica. O trabalho de um presidente não é maximizar preço, mas valor. E se ele não aceitar isso ele não merece o cargo que tem. Todos os nossos estudos levam em conta a valorização das ações das companhias. Não consigo pensar numa métrica mais Wall Street que essa. O irônico é que as empresas que conseguem ter bom desempenho na bolsa são aquelas que pensam no longo prazo. A ideia de que há inconsistência entre pensar no longo prazo e valorização de ações simplesmente não faz sentido.

A crise fará com que os executivos se voltem mais para os fundamentos da gestão, como o cuidado com o caixa?

Em alguns casos sim. Quando uma empresa nasce, sua maior preocupação é com o fluxo de caixa. Aí ela cresce e começa a pensar em coisas como lucro e dividendos. Mas, ao chegar ao quarto estágio de declínio, tudo volta a girar em torno do fluxo de caixa. Foi isso que aconteceu com a GM. Durante os tempos de fartura, as empresas investem em negócios que não fazem nenhum sentido só porque o dinheiro está ali disponível. Mas a pergunta mais importante agora é: quando voltarmos a ter uma época de prosperidade – e voltaremos a ela -, as empresas conseguirão se ater aos fundamentos ou cairão nos mesmos erros novamente? O que você faz na prosperidade é o que determina como lidará com a adversidade.

Companhias que há décadas são vistas como modelo de sucesso, como Toyota e GE, hoje enfrentam dificuldades. Como saber se elas estão em declínio ou se é apenas uma má fase?

Basta fazer algumas perguntas: essas empresas estão fazendo movimentos desesperados que podem colocá-las ainda mais em perigo ou estão reunindo dados, refletindo e agindo com determinação? Estão apostando em estratégias que não foram testadas e fazendo estardalhaço ou formulando mudanças estratégicas baseadas em evidências concretas? Estão buscando uma aquisição mágica que possa transformá-las de uma só vez ou entendem que juntar duas companhias em dificuldades jamais será a receita para formar uma grande empresa? Me parece que a Toyota e a GE estão no segundo grupo.

Por causa da instabilidade mundial e do declínio de empresas poderosas, novas companhias vão aparecer no radar?

Numa crise como esta, as empresas enfraquecidas sofrerão mais. Porém, uma empresa forte continuará sendo forte. Os fracos desaparecem e no lugar deles outros virão. Veja o que aconteceu com a indústria aérea americana, setor que enfrenta crises há décadas. Nesse período, várias empresas sumiram e abriram espaço para novatas, como a JetBlue. Mas uma empresa como a Southwest continua firme. O mesmo vai acontecer agora.

Você já disse que é um admirador de Steve Jobs. Por quê, se ele está longe de personificar o que você batizou de líder nível 5, aquele que combina excelência profissional e humildade (Jobs é descrito por quem o conhece como alguém arrogante e egocêntrico)?

Steve Jobs é um Beethoven da indústria. A Apple e cada um de seus produtos – iMac, iPhone – são suas sinfonias. A outra razão pela qual eu o admiro é que ele nunca desiste. Ele realmente adora o que faz. Vejo Jobs como um artista. E a razão de ele cobrar tanto dos outros é que cobra demais de si mesmo.

Recentemente você participou de um encontro com executivos da ABInBev. Segundo pessoas presentes, você teria dito que a cervejaria poderia ser a nova força mundial no que se refere à formação de executivos. Por quê?

Você acha que o crescimento que a empresa apresentou desde a compra da Brahma aconteceu à toa? Não. Essa é uma companhia que vem crescendo de forma consistente, apoiada principalmente em sua cultura e nas pessoas que vem formando ao longo do tempo.

Você já está preparando um novo livro. Pode adiantar alguma de suas descobertas?

Meu colega Morten Hansen e eu estamos conduzindo uma pesquisa para tentar entender como é possível construir uma grande empresa num mundo fora de controle, com mudanças profundas. Acreditamos que líderes em todos os setores têm cada vez mais esse desafio. É como numa escalada. O acampamento na base é seguro, previsível. Mas, se você estiver a 800 metros de altura, o ambiente estará fora de seu controle, mais severo e imprevisível. O que fazer? Estamos estudando companhias que conseguiram se sair bem nesse tipo de situação, em contraste com outras que falharam. Selecionamos empresas que tinham acabado de fazer seus IPOs, eram ainda pequenas e vulneráveis, e venceram. Em alguns casos, essas empresas estavam em setores que cresciam mais de 100% ao ano. Sabe o que elas faziam? Seguravam o crescimento. Existe um episódio emblemático na história da Microsoft. Steve Ballmer queria contratar 17 pessoas de uma vez. A empresa era pequena e Bill Gates disse que eles segurariam o crescimento para ter sempre em caixa o dinheiro necessário para manter o negócio por um ano – levando em consideração a hipótese de que nesse período ele não gerasse nenhuma receita. É uma disciplina incrível! A Southwest Airlines passou por testes também. Em determinado ponto de sua história, quando já estava voando para 88 cidades, seus executivos decidiram abrir quatro novas operações. Imagine a pressão para abrir oito, 12 bases simultaneamente, já que estavam indo tão bem? Eles não sucumbiram à tentação porque pensavam no longo prazo e sabiam que um crescimento exagerado comprometeria sua cultura. Na pesquisa sobre turbulência, não há evidência de que os vencedores são aqueles que conseguem prever o futuro. Eles são melhores em se preparar para o que der e vier.

Falo Eu: Collins nos faz pensar. Não posso me divorciar da sensação de que a resiliência empresarial tem ligação visceral com os valores e a paixão pelo que fazemos. Mas não tenho ainda uma empresa bilionária. Como consultora e pesquisadora de sociedades e organizações resilientes, compreendo que a razão de existir e de funcionar destes organismos vivos é resultado de uma orientação para o futuro, com os pés no presente. As grandes não só se tornam arrogantes. Sua gente se torna “ausente”, meditativamente falando, e o excesso de imagens rouba a energia vital humana que garante decisões próprias também da vitalidade. Portanto, muito dinheiro, muito status e imagem de sucesso, roubam a essência de fazer o que se está fazendo, e querer isso mesmo, em franca evolução, não em aceleração pura e simples.

Cérebro humano artificial ‘pode ser construído em 10 anos’, diz cientista
Da BBC Brasil

Um cérebro humano artificial pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, segundo Henry Markram, um proeminente cientista sul-africano.
{Falo Eu: boa ou má notícia?}

“Não é impossível construir um cérebro humano e podemos fazer isso em 10 anos”, disse Markram, diretor do Blue Brain Project (BBP), à conferência acadêmica global TED na cidade de Oxford, na Inglaterra.

O BBP é um projeto científico internacional, financiado pelo governo suíço e doações de indivíduos, cujo objetivo é construir uma simulação computadorizada do cérebro de mamíferos.

Markram já construiu elementos do cérebro de um camundongo. A equipe do cientista se concentra especificamente na coluna neocortical, conhecida como neocortex.

’10 mil laptops’

O projeto atualmente tem um modelo de software de dezenas de milhares de neurônios, cada um deles diferente, que os ajudou a construir, artificialmente, uma coluna neocortical.

A equipe coloca os dados gerados pelos modelos junto com alguns algoritimos – uma sequência de instruções para solucionar um problema – em um supercomputador.

“Você precisa de um laptop para fazer todos os cálculos para um neurônio”, disse ele.

“Portanto você precisa de 10 mil laptops”, afirmou.

Em vez disso, a equipe usa um supercomputador com 10 mil processadores.
As simulações já começaram a fornecer pistas aos pesquisadores sobre o funcionamento do cérebro. Elas podem, por exemplo, mostrar ao cérebro uma imagem, como uma flor, e seguir a atividade elétrica da máquina, ou seja, como é feita a representação da imagem.

“Você estimula o sistema e ele cria sua própria representação”, disse ele.

O objetivo é extrair esta representação e projetá-la, permitindo que os pesquisadores vejam diretamente como o cérebro funciona.

Segundo Markram, além de ajudar na compreensão dos mecanismos do cérebro, o projeto pode oferecer novos caminhos para se entender os problemas mentais.

“Cerca de dois bilhões de pessoas no planeta sofrem de distúrbios mentais”, disse o cientista, reforçando os benefícios em potencial do projeto.

Falo Eu: os benefícios dos estudos cerebrais estão proporcionalmente ligados ao aspecto ético, espiritual, relacional e humano resultantes. Tenho colegas na área de neurologia comportamental, que, apoiados em MRIs mapeiam áreas do cérebro ligadas ao “interesse de compra” de pessoas, enquanto estas caminham vendo vitrines em shopping centers, conectadas a eletrodos. Então, indicam cores, luzes, formas e apelos comerciais para seduzir à compra. Os distúrbios mentais, assim como a síndrome de neurose em massa ou coletiva, nomeada pela primeira vez por Viktor Frankl são fruto de uma existência cujo significado nos escapa, em buscas sôfregas de satisfações erráticas. Portanto, apoio toda pesquisa científica que ilumine nosso entendimento e nosso conhecimento a cerca da estrutura humana e da vida na Terra, pedindo aos céus que as intenções possam ser dirigidas para o que faz sentido. A verdade das coisas que são: significado, sentido, amor e trabalho produtivo.

Fala Tú, falo Eu!

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Adeus Al Siebert

O amigo querido e o mestre sincero
Al Siebert foi psicólogo, PhD e especialista em Resiliência, nasceu em 23/01/1934, e partiu em casa, em 25 de Junho de 2009.
Foi meu maior parceiro na criação do Método Quantum, e além de seus livros, seminários, trabalhos em dezenas de países, idiomas, governos, empresas e sociedades, foi um cientista legítimo. Interessado no conhecimento, na capacidade humana e nos vários aspectos de nossas oportunidades de superar as dificuldades da vida, e manter um desenvolvimento saudável, Al Siebert falece, aos 75 anos, em sua casa, ao lado de sua esposa Molly, sua irmã e sua sobrinha. Em silêncio me recolho em oração. Um dos maiores referenciais da minha vida e carreira, Al Siebert me ensinou o valor de confiar, e a importância de enfrentar a vida. Por um instante, desisto. Pela eternidade, persisto.

A seleção de notícias, com carinho, Claudia

Poliana Okimoto conquista 1ª medalha

do Brasil em Roma

“É uma honra pra mim quebrar esse jejum de 15 anos sem medalhas pra toda a natação”, disse a nadadora depois de faturar o bronze.
A nadadora Poliana Okimoto conquistou a medalha de bronze na prova de 5 quilômetros de maratonas aquáticas do Mundial de Roma na manhã desta terça-feira. Além de se tornar a primeira brasileira a subir no pódio na competição, a atleta quebra um jejum de 15 anos do País no torneio.
O Brasil não conquistava uma medalha no Mundial desde a edição de 1994, que também foi realizada em Roma. Na ocasião, Gustavo Borges levou o bronze nos 100m livre e a equipe de revezamento 4x100m livre formada por Fernando Scherer, Teófilo Ferreira, Gustavo e André Teixeira também ficou no terceiro lugar.
“É uma honra pra mim quebrar esse jejum de 15 anos sem medalhas para toda a natação. Só nos últimos 200 metros que consegui ficar na briga pela medalha de bronze. Aí pensei que o Brasil é mais garra, é mais força e é assim que a gente tem que ser na prova”, festejou Poliana.
Em 2006, ela foi a primeira, entre homens e mulheres, a ganhar medalha no Mundial específico de maratonas com o vice-campeonato nos 5 e nos 10 quilômetros. No último Mundial de Esportes Aquáticos, realizado em Melbourne no ano de 2007, a brasileira foi a mais bem colocada das Américas ao chegar no sexto lugar.
Na manhã desta terça-feira, a australiana Melissa Gorman liderou a disputa de ponta a ponta, mas teve trabalho no final. Em uma chegada dramática, ela completou a prova com o tempo de 56min55s8. Já a russa Larissa Ilchenko, campeã olímpica, cravou 56m56s3.
Poliana também enfrentou uma batalha. Depois de ultrapassar a russa Ekatarina Seliverstova, ela mediu braçadas com a espanhola Yurema Requena. Na última bóia, as duas ainda estavam lado a lado. Com uma arrancada no final, a brasileira garantiu o terceiro posto ao registrar 56m59s3.
Ricardo Cintra, técnico e marido de Poliana, tratou de comemorar o feito da nadadora. “Ela merece, porque é uma atleta dedicada. O comprometimento dela é 100% com a natação e ela é um exemplo a ser seguido pelas nadadoras brasileiras”, festejou.

Lucro da Coca-Cola supera expectativas no trimestre

CHICAGO (Reuters) – A Coca-Cola divulgou nesta terça-feira um lucro trimestral melhor do que o esperado, apoiada em mercados como China e Índia que ajudaram a reduzir o impacto de um dólar mais forte.
A maior produtora de refrigerantes do mundo teve lucro de 2,040 bilhões de dólares, ou 0,88 dólar por ação, no segundo trimestre, encerrado em 3 de julho, ante ganho de 1,420 bilhão de dólares, ou 0,61 dólar por ação, um ano antes.
Excluindo eventos extraordinários, a lucro caiu 9 por cento, para 0,92 dólar por ação, superando expectativa de analistas de ganho de 0,89 dólar, segundo a Reuters Estimates.

Cai a primeira mulher à frente da Receita

Para o governo, Lina Vieira perdeu a Receita por incompetência. Para a oposição, foi jogo político. As duas alternativas podem estar corretas

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BALANÇO
A ex-secretária da Receita Lina Vieira. A arrecadação caiu 7%, mas o foco saiu das pessoas físicas para grandes empresas
Primeira mulher a ocupar o cargo de secretária da Receita Federal, Lina Vieira teve pouco tempo para usufruir a cadeira. Na semana passada, 11 meses depois da posse, foi afastada da função pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Devota de São Judas Tadeu, padroeiro dos funcionários públicos, a passagem relâmpago de Lina Vieira pela chefia do cofre do governo provocou uma reviravolta de opiniões em Brasília. Enquanto permaneceu no posto, ela recebia elogios do governo e era acusada pela oposição de usar sindicalistas do PT para aparelhar a Receita. Fora do cargo, foi adotada pela oposição, que agora elogia a independência de sua gestão, e é chamada de incompetente por seus antigos protetores no governo.
Não se pode descartar que as duas alternativas estejam corretas. Sob a gestão de Lina Vieira, a Receita sofreu uma queda brutal: caiu 7% em relação ao ano anterior, encolhimento muito superior à redução da atividade econômica e às desonerações de IPI baixadas pelo governo. Conforme um conselheiro econômico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lina Vieira perdeu o emprego porque mostrou um desempenho fraco. “Se um ministro da Fazenda perde o posto quando não consegue fazer a economia crescer, um chefe da Receita coloca sua cabeça em risco quando a arrecadação piora. É simples assim.”
Em entrevista a ÉPOCA, a própria Lina Vieira afirma que a queda da arrecadação é uma “cortina de fumaça, um mito”. Ela também se refere a choques ocorridos dentro do governo. Entrou em rota de colisão com a ministra-chefe da Casa Civil e virtual candidata à Presidência, Dilma Rousseff, por causa de divergências em torno de exonerações fiscais do programa Minha Casa, Minha Vida, que pretende construir 1 milhão de casas populares.
A queda da secretária foi acompanhada da versão de que ela teve de pagar um preço pela decisão de investigar a Petrobras, depois que a empresa usou um mecanismo contábil para se livrar de um pagamento de R$ 4 bilhões em impostos. Revelou-se que a Receita tomou essa iniciativa sem consultar o chefe de Lina Vieira, Guido Mantega, que é membro do Conselho da Petrobras – razão para elogiar a antiga titular do Leão, não para puni-la. Colocada diante da possibilidade de comparecer à CPI da Petrobras, com a qual a oposição pretende fustigar o governo, ela diz: “Se for convocada, lá estarei”. Mas esclarece que não poderá se pronunciar sobre questões específicas da empresa – apenas sobre a legislação genérica do setor.
A ex-secretária diz ter orgulho de determinadas realizações. Lembra que mudou o foco da fiscalização da Receita de pessoas físicas para grandes empresas e que sob sua gestão os valores das autuações saltaram de R$ 800 milhões para R$ 4,8 bilhões, na comparação entre o primeiro semestre do ano passado e igual período em 2009. Reforçou a fiscalização sobre os bancos.

Professor: hora de recarregar a bateria

Por Içami Tiba

A educação escolar no Brasil ficou muito tempo em torno do seu próprio umbigo, sem se dar conta do quanto ela estava se tornando obsoleta em relação ao mercado de trabalho e ao mundo.
Dizem que é errando que se aprende. Mas a educação errou tanto e por tanto tempo e não aprendeu. Isso porque simplesmente manteve o erro em vez de corrigi-lo. A passividade do continuísmo do insatisfatório levou o Brasil ao que estamos reduzidos hoje: somos um dos últimos classificados do mundo no ranking da educação escolar, apesar de o nosso PIB estar entre as dez maiores do mundo.
Numa simples leitura, o Brasil está mais rico do que educado. Mas existe a grande massa da população que é pobre e sem a educação formal que a capacite ao trabalho mais elaborado que o braçal. Essa massa tem cinco filhos por família, gerando mais pobreza e mais exclusão, enquanto os que ganham mais de cinco salários mínimos têm um ou dois filhos por família, ou seja, acabam concentrando a riqueza.
Ultimamente os professores têm sido responsabilizados pelos pais para educarem os seus filhos, numa sobrecarga que não lhes compete. Cobra-se também uma educação perfeita, sem o mínimo de material necessário de formação atualizada, de valorização pessoal, de salário compatível com a sua importância na construção de uma sociedade saudável. Há muitas verdadeiras madres Terezas da educação nos grotões e bolsões de pobreza. Até lápis elas quebram ao meio para que mais alunos possam ao menos aprender a escrever…
Ninguém quer ser professor, muitos querem ser políticos. Até mesmo os “caçados” não abandonam a política, enquanto professores competentes abandonam suas carreiras para poderem sobreviver financeiramente.

Sou mãe de 3 filhas. Testemunhar a educação e o aprendizado de uma criança, e verificar um adulto decente, sadio, culto e capaz surgindo é um privilégio, que o Brasil merece. A resiliência educacional, em que enfrentamos as mazelas, e voltamos a nos desenvolver, se faz necessária. Para além da questão de infra-estrutura, a mentalidade de aprendizagem e cooperação escola-sociedade-governo é urgente.

Férias escolares
A noite de melatonina é necessária para combater o estressante dia do cortisol. As férias são necessárias para as jornadas de trabalho. E as de julho já batem nas portas dos professores. O meu maior desejo é que cada professor tivesse as férias dos seus sonhos, junto às pessoas queridas, com tudo pago, desde os preparativos até o álbum de recordações. Que descansassem as mentes com atividades lúdicas, culturais, baladas, festas, passeios, restaurantes, shows, e tudo mais que tivessem vontade na hora… Não custa sonhar, nem desejar o bem às pessoas que merecem.
Entretanto, as férias podem também ser usadas para complementação das atividades que não têm espaço no cotidiano letivo. Todos precisam nutrir seus corpos e mentes com exercícios fisiológicos e psicológicos, como andar, dormir, alimentação saudável, passear por parques, visitar museus, ir a cinemas e a teatros – tudo isso envolvendo principalmente os filhos no que for possível.
Praticar a filosofia de vida da ALTA PERFORMANCE: em tudo, fazer e pensar o melhor possível. Para a ação, usar os conhecimentos atualizados e, para o pensar, o seletor de pensamentos. Ninguém controla a fonte de pensamentos, mas é possível e desejável alimentar os melhores e deletar os que podem prejudicar outras pessoas e o nosso planeta. Todos querem fazer o melhor, mas nem todos o fazem por não estarem atualizados.
Como diz Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação, educacionista é a pessoa que acredita na educação como um dos pilares da recuperação do Brasil. Todos os professores poderiam nestas férias despertar o educacionismo profundamente adormecido dentro de si, ou até mesmo recuperá-lo do coma que entrou por tanto descaso que sofreu.
As férias são das aulas, mas a mente e o corpo não devem parar de aprender e de se movimentar nunca.

E re-inventar a educação, é tarefa para vocês! Na torcida, Fala Tú, Falo Eu!

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A consultora de carreira americana, cuidado!

Recebi da minha assessoria a seguinte entrevista, da “consultora de carreira” americana, Cynthia Shapiro. Chapada, xarope, e marqueteira. Se o executivo estiver aberto, deixa entrar todo luxo de dicas rasas, fofocas estilizadas em forma de raciocínio “inteligente” e desrespeito à inteligência primária, travestido de esperteza. Um horror agora em livro. Comento ponto a ponto, a entrevista na nossa “Você S/A”, com a minha marca {falo eu}:

A vida (corporativa) como ela é:
A americana Cynthia Shapiro revela bastidores da vida corporativa e diz que “competência é o que menos importa”, “o RH não é seu amigo” e “quem merece não ganha aumento”
À primeira vista, a consultora de carreira americana Cynthia Shapiro parece exagerada. Mas ela garante que não é paranóia acreditar que toda empresa tem uma agenda oculta, um código que é preciso desvendar para não ser eliminado do jogo.{Falo Eu: desvendar o código de qualquer sociedade, grupo, etnia, faz sentido, especular de forma míope é perigoso, como traçar um mapa à esmo}
Esse é o pano de fundo de Corporate Confidential — 50 Secrets Your Company Doesn’t Want You To Know and What To Do About Them (Editora St. Martin’s Griffi n), que, em português, pode ser traduzido como “Arquivo confidencial corporativo — 50 segredos que a sua empresa não quer que você saiba e o que fazer a respeito disso”. Nos seus tempos de executiva de RH, Cynthia conheceu como as coisas funcionam do outro lado do balcão. “Quem pensa que tudo está sempre bem entra cego nesse jogo e é surpreendido no meio do caminho”, disse ela na entrevista que foi concedida à revista Você S/A.

1 – Competência não é o mais importante
Não é só talento e trabalho duro que garantem seu emprego, mas a percepção que a companhia tem sobre você. Para descobrir isso, tente se olhar como se fosse o dono da empresa. Será que você é alguém que está alinhado com os interesses e políticas da companhia? Você trabalha com entusiasmo e senso de propriedade, ou está pensando apenas em pegar seu salário no fim do mês? {Falo Eu: até aqui, elementar}

2 – Os otimistas se saem melhor
Você tem todo o direito de ser do tipo que sempre enxerga o copo meio vazio. Acontece que as empresas costumam valorizar mais os otimistas, que geralmente, passam a idéia de ser mais bem-sucedidos. {Falo Eu: Na era do conhecimento e da consciência, em que a sustentabilidade de verdade é um “modus vivendi” altamente desejável, as empresas valorizam as pessoas competentes, equilibradas, e à luz do CONHECIMENTO, capazes de lidar com perspectivas positivas, e problemas reais para administrar. O maniqueísmo de otimista X pessimista é atrasado. Queremos “otimistas-pessimistas”, eficientes e malucos o suficiente para serem líderes de si mesmos. Passar a idéia de ser mais bem sucedido pode ser higiênico, mas não se faz grandes carreiras com truques}

3 – O RH não é seu amigo { Falo Eu: normalmente, quem diz isso é aquele que quer usar tudo e todos sem critérios}
Não use o RH como confessionário, achando que ele é algo à parte. É claro que o que você disser não vai ser espalhado aos quatro ventos, mas, em determinadas circunstâncias, pode ter de ser revelado para quem toma as decisões na companhia, ou seja, seu chefe, outros executivos, o CEO. Sendo assim, suas “confidências” podem tirá-lo do páreo na hora de decidir, por exemplo, as promoções de sua área. {Falo Eu: Conduzir-se com profissionalismo e reservas quanto a questões pessoais pode ser importante. Muito do que construímos tem sim relação com a imagem que fazemos. Entretanto, ao nutrir o pensamento preconceituoso, de que “confidências pessoais” feitas ao seu RH poderão ser usadas contra o profissional, conferimos um duro golpe à tão necessária relação de confiança e apoio mútuo de que os grandes times são feitos, além é claro, da conduta profissional impecável de milhares de profissionais de Rh no mundo todo. Se as confidências são parte da história (digna) de vida do sujeito, muitas vezes, são justamente estas que o apoiarão nas oportunidades, com ajuda do RH. Visão de “Candinha” não ajuda em nada numa realidade de líderes sérios. Todas as pessoas tiveram e têm suas dificuldades na vida. A proposta de “congelamento e imagem plástica” leva a síndrome de neurose coletiva: depressão, agressão, adicção. Finja que está tudo bem, não seja real na sua empresa…e ? Engorde? Dispare tiros contra a escola mais próxima? Que cultura a senhora está propondo, Dona Cynthia?}

4 – Pare de provar e comece a providenciar
Se você acabou de ser promovido e ganhou uma equipe, não caia na armadilha de ficar provando que aquele cargo lhe pertence. Esse é um erro que a maioria das pessoas comete. Além de ser ruim para seu futuro na nova posição, agindo assim você vai afastar quem realmente o ajudará a se consolidar como gestor: sua equipe. Por isso, coloque-se a serviço do time e trabalhe para que todos consigam finalizar, e bem, o que têm para fazer. Esse é seu trabalho agora. { Falo Eu: fácil falar, difícil fazer, mas a dica é sã}

5 – Não revele a sua idade {Não consigo nem falar. Huahuahuahuahua}
O problema não é os outros saberem quantos anos você tem, mas agir de maneira a reforçar o medo que a empresa associa a profissionais desatualizados. Portanto, mantenha-se bem informado e risque do seu discurso frases como: “No meu tempo era assim” ou “Não sou bom com essas modernidades tecnológicas”. { Falo Eu: A idade média do ser humano na terra aumenta em saltos a cada década. Se esse guia de carreira servir-se à algo como “salve seu emprego este mês, e que se dane o mundo e o amanhã” posso compreender. A reverência aos mais experientes e a beleza dos mais velhos não deve ser cultuada, a não ser por justiça e merecimento, mas não tem o menor cabimento ser escondida. Como assim, não revele a sua idade, Mrs Shapiro? Sim, há elementos de atualização permanente que são importantes. Mas estamos na era da globalização, ecologia, integração de raças e culturas. Conheci um Prêmio Nobel que não chega perto do computador. É um Deus na terra. Um Mestre. Não façamos diletantismo com o tema de carreira. Pessoas reais aí fora podem cair na vala comum de segregação, esconder-se em sua verdade (único reduto de força verdadeiro em nós) e aprofundar o perigo atual, no qual nunca a “imagem” enganou tanto. Veja os resultados globais, por favor, inclusive do seu país. E em tempo, se a senhora não souber o significado:

diletantismo

Modo amador do fazer artístico. Qualidade do diletante – o que faz arte por amor. Não dedicação suficiente do artista para com sua práxis, vista como bela, em sua face ingênua. Qualidade própria do indivíduo que se dedica à uma arte de forma ligeira, sem se preocupar com o estudo e a reflexão permanentes, por considerar que a arte deve ser uma forma de puro lazer, onde a vocação e o trabalho não têm lugar. Ex. Toquei o piano por puro diletantismo.

6 – Não é inteligente ser inteligente
Geralmente, os recém-chegados são os mais ansiosos para mostrar o que sabem. E acabam se tornando muito inconvenientes, porque querem corrigir tudo — inclusive o chefe. Então, antes de falar, veja se suas idéias são bem-vindas. {Falo Eu: Concordo. Isso se aplica aos consultores de carreira?}

7 – Para progredir na carreira, os outros têm de achar que você faz seu trabalho com o “pé nas costas”
Mesmo que esteja atolado, não demonstre. Se você parece sempre atarefado e ansioso, dificilmente vai ser cotado para receber uma promoção, que, no final das contas, significa mais trabalho pela frente. { Falo eu: Faz sentido não ser afobado e estressado, atabalhoado e caótico. Ninguém tem condições sequer de se manter num jogo de sinuca se estiver neste estado de ansiedade, que dirá tocando a carreira. Mas de novo, a postura higiênica sugerida me soa externa e frágil. Fazer que os outros “achem que você faz seu trabalho com o pé nas costas”, provavelmente não convence a uma avaliação mais profunda. Qualquer gestor que se preze, e há muitos excelentes, tem “alça de mira”, parafraseando o KIKO, para enxergar o pulso produtivo de alguém. Claro que se você reclamar o tempo todo, não contribuir com soluções, se ofender à toa, ou fingir de morto, suas chances são nulas de evoluir. Mas em se tratando de competência, não vejo nada de errado com demonstrar esforço, e até tensão. Ou na sua empresa não há pressão e um monte de coisas a fazer? O segredo é (tentar) manter-se em paz movimentada, de bom humor, comunicando-se com as pessoas, e ‘granjeando’ simpatia à sua causa, vendendo idéias e ajudando aos outros}.

8 – Pegue trabalho extra
Melhor ainda se for alguma coisa que seu chefe não gosta de fazer ou algum trabalho de uma área estratégica. Ao agir assim, você mostra para todos que dá conta do recado — não só do seu, mas do trabalho dos outros também. { Falo Eu: admito que ser útil e mostrar-se capaz de ajudar aos outros, puxa, que alívio contar com tais sinergistas, energizadores, verdadeiros team players, é muito bom. Mas o tom de “puxa saco oficial” da dica número 8, rs, é equivocado, leva nossa mentalidade para o lugar errado, e quando nos damos conta, não temos uma fundação para carreira, afundada em truques de fundo falso. O sentido desse gesto ser bem visto nos profissionais parte de outro lugar interno, não dessa bobagem de “mostrar a todos que você segura todas”}

9 – Ter amigos na empresa pode ser perigoso
Certa vez, conheci uma moça que era ótima profissional, do tipo entusiasmada com o trabalho e feliz com a empresa. Acontece que ela tinha uma amiga que era o oposto. Em um processo de demissão, essa moça foi para a rua junto com a outra. Ficou surpresa, claro! O problema é que a empresa achava que ela tinha sido “contaminada” pela outra e que iria se tornar uma profissional tão negativa quanto a amiga. Por isso, tome cuidado com suas amizades, ou seja, discreto para não ser prejudicado. {Falo eu: provavelmente você não consegue ficar muito amigo de alguém totalmente incompetente, desmotivado, e seu oposto. Pense. É até provável que a demissão tenha sido justa… Escolhemos amigos por afinidade e modelo de mundo comum. Não precisa ser discreto. Seja competente e nutra amizades valiosas. Seja próximo da sua empresa. Se você e suas intenções forem claras e conhecidas, dificilmente alguém o prejudica, mesmo que seja muito seu amigo. Seja um marco talentoso. Você será ouvido, não demitido. Oriente seu amigo incompetente, e avise o topo sobre quem você é, por meio de seus próprios resultados .}

10 – Falar sobre a vida pessoal no escritório pode prejudicar sua carreira
Você falou sobre seu divórcio para quem quisesse ouvir, inclusive para o chefe. Pouco tempo depois, ele tem que decidir quem vai tocar o novo projeto da área. Aí, ele pode pensar assim: “Não vou passar para o fulano que acabou de se divorciar para não estressá-lo ainda mais”. Entendeu agora por que você deve evitar comentar sobre sua vida pessoal no escritório? { Falo Eu: pessoas são únicas. Há quem prefira, por natureza, não trazer assuntos pessoais ao trabalho. Avaliar os interesses e o nível de maturidade de quem acessa isso ou aquilo de nossa vida pessoal é ponderado. Mas há casos em que por saber de elementos da vida pessoal, justamente, a empresa criou condições melhores para o profissional. Divorciou-se? Quer assumir aquela gerencia regional? Viajar pode te fazer bem nesse momento, e você é a pessoa ideal para o cargo!. Um alto executivo de Banco aqui no Brasil me disse ter “segurado” meses a revelação de que estava vivendo uma separação litigiosa terrível, temendo sua reação. Pois quando da dita conversa, seu superintendente foi extremamente acolhedor: anos antes, passara, ele mesmo por uma separação difícil e compreendeu totalmente o caso, conferindo ao executivo apoio e mais tarde promoção, com direito a um carro da companhia, posto que o dele ficou no divórcio. No Brasil, não só temos amigos, camaradagem, como muita solidariedade em casos pessoais que as empresas abrigam. Aposto nisso e ratifico: é mais legal. }

11 – Quem merece não consegue aumento
Pedir aumento usando um “eu mereço” como argumento é a melhor maneira de conseguir um “não” como resposta. A empresa não quer saber se você merece ou não, mas se você agrega valor para os negócios. Então, esse deve ser sempre o pano de fundo do seu pedido. {Falo Eu: óbvio}

12 – Nem pense em tirar um mês de férias
Hoje, com a velocidade com que as coisas acontecem, esse é o caminho certo para se tornar dispensável. As companhias são como organismos que se adaptam rapidamente a uma condição adversa — no caso, sua ausência. Melhor tirar uma semana de cada vez. Sete dias são a medida certa para fazer as pessoas sentirem falta de você e de seu trabalho. { Falo Eu: Nem mesmo as empresas pequenas, que tem dificuldades de repor pessoal de férias, deve prescindir dos 30 dias. Há alguns anos, quem me convenceu deste importante recurso de gestão, motivação à alta produtividade, foi nossa diretora de operações, lá no Grupo Quantum, a Fabiana Juarez. Ela me enviou pesquisas, mostrando que o profissional leva 10 dias para se desligar de fato, tempo em que começa a gozar do descanso de forma completa. Então, a falta dos 30 dias, gera absenteísmo, falta de produtividade e rotatividade a médio prazos. Foi fácil concordar com ela. Mas a recomendação acima é ainda mais absurda. Ela se baseia no tempo do cartão de ponto, em que a presença física garantia o emprego, e aposta no uso volátil de pessoas, escravizando-as na ansiedade e na ambição-controle-obsessão. Credo. Bobagem. Se uma pessoa é competente, se adapta em sua ausência, e sim, até percebemos como fica a vida sem ela. Mas acredito que muitas organizações não são movidas por espasmos, mas sim por vínculos. Faça seu caminho com amor e competência e goze suas férias em paz. A pausa faz parte do caminho. Melhor aceitar que pode descansar do que “cair duro” de licença ‘médica}

13 – Para perder a batalha, comece a se defender
Em algum momento da carreira, você vai se confrontar com alguém. Isso é certo. Assim como também é certo que a empresa (e o chefe) não quer saber quem tem ou não razão. O que está sendo observado é como você lida com a situação. Por isso, na hora da discussão, resista à tentação de se defender. Simplesmente ouça. Pode apostar que você vai ser visto com outros olhos se começar a se comportar dessa maneira. { Falo Eu: parece sóbrio o conselho. Apenas cuidado para não passar a vida fazendo cara de Samambaia. Gosto de me perceber assertiva, não agressiva. Dizer sim quando é sim, não quando é não. Evitar embates é sábio. Fugir à responsabilidade de se posicionar é tão tolo quanto perigoso.}

14 – A avaliação de desempenho não é sobre o seu desempenho
Nessas avaliações, o que está em jogo não é sua opinião sobre seu trabalho, mas como o chefe percebe sua performance. Para não ter surpresas ruins da próxima vez, é bom marcar reuniões periódicas para ver o que ele espera de você. E, na hora H, não se desculpe, não acuse ninguém nem diga que você já fez o que ele pediu. { Hurrum.}

15 – Não use a avaliação de desempenho como a única ocasião para dar feedback
Não espere uma ocasião formal para posicionar sua equipe sobre sua percepção das coisas. Assim, você prepara o espírito das pessoas para a avaliação de desempenho. E ganha a confiança delas, porque vai soar mais coerente.{ Falo Eu: finalmente um pouco de integridade – aquela do self que não se divide sob pressão. Vou além, não se contente em “soar mais coerente”, apenas, mas sim (tentar) ser coerente e agir com clareza o ano inteiro. É pra leão, não?}

16 – Se está tentando fazer sua equipe gostar de você, provavelmente já perdeu o respeito dela
A necessidade de ser querido pela equipe pode ser mortal para um gerente novo no cargo. Se você está preocupado com isso, é muito provável que não esteja agindo como gestor. Melhor não misturar as coisas. Afinal, você está lá para ajudar o time a se desenvolver, e não para ser amigo das pessoas. { Falo Eu: OK}

17 – O problema não é errar, mas a maneira como você lida com isso
Todos cometem erros — do contínuo ao presidente. Na verdade, erros são um bom sinal porque mostram que as pessoas estão tentando novas soluções. Então, sua preocupação não deve ser com o erro em si, mas com a maneira como você age nessa situação: se assume a responsabilidade, mostra que aprendeu e que o fato não irá se repetir { Falo Eu: principalmente aprender e não se repetir mais do que 2 vezes o mesmo erro. Quando o tema é comportamental, em geral, o grande obstáculo é você reconhecer que está errando}.

18 – Só porque você é o chefe não tem que saber todas as respostas
Você não é guru para ficar dando conselhos e resolvendo problemas para seus subordinados. Agindo assim, você está criando um bando de dependentes. Como gestor, seu trabalho é ajudar o time a descobrir a solução. { Falo Eu: Tenho incentivado o time a ser líder de si mesmo, e eu a aprender com eles. Hoje sou recurso, o João é líder, amanhã ele é QUE É recurso, e eu lidero. Num time vivo, as soluções não são estanques. Permitir essa mentalidade é tão importante quanto raro. Liderança Azul, tema que apresento nos 4 cantos do mundo, conta sobre essa responsabilidade individual e do grupo, sem heróis, nem bem chefes.}

19 – Sua mesa diz quem você é
O visual de seu espaço de trabalho deve refletir seu profissionalismo, não seu estilo pessoal. O dono de uma mesa bagunçada corre o risco de ser visto como um profissional caótico. Por outro lado, uma mesa vazia pode passar a mensagem de que a pessoa está só de passagem ou, pior, que não trabalha ali. { OK, por razões diferentes. Ordem e limpeza são, inclusive, recursos espirituais. Capricho, e trabalho. O excesso de dicas para que você tenha apenas “uma imagem”, provavelmente vai afundar sua carreira em falta de resultados. Você não pode enganar a todos por muito tempo. Vai lá e faz a diferença! Profissionais de resultados superiores são protegidos por sua própria performance. Os talentos foram reduzidos com a crise. Para ser considerado talento, o sujeito precisa REALMENTE ser bom e ir até o final em soluções e implantação de idéias e processos. A faca e o queijo estão nas mãos das empresas de volta, leia a Exame especial desta quinzena!}

20 – Proteja seu “novo eu”
Você decidiu mudar de postura para melhorar sua situação no trabalho? Perfeito! Mas não entre em detalhes quando vierem perguntar por que você parece tão diferente. Diga apenas que percebeu como gosta do que faz. É o que eu chamo de proteger seu “novo eu”. Isso é importante até que a mudança se torne consistente e a empresa perceba que você realmente amadureceu. { Falo Eu: Então, parece que realmente amadurecer é a meta. A empresa enxerga as etapas de evolução de um profissional. O que esta entrevista oferece, é um manual de etiqueta-disfarce, e não uma proposta de aprimoramento. Finja-se de morto, os cães ladram e a caravana passa. Minha pergunta é, qual o tamanho da ambição do americano médio empregado, em termos de realização pessoal, aprendizagem e sobre tudo, relacionamento? Será que é porque sou brasileira, e nós brasileiros somos tidos como MUITO especiais no relacionamento afetivo, na hospitalidade e na proximidade construtiva, que ando indo aos 4 cantos no mundo falar de teambulinding? Somos melhores do que acreditávamos. Estou convicta e ajudarei nosso país como souber! Fala Tú}

Fala Tú, falo eu!

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Pensão alimentícia, moral ou compromisso?

Canto “¡Pobre de mí!” encerra festival de São Firmino

PAMPLONA – Após oito dias de corridas diante dos touros e de muitos litros de vinho consumidos, milhares vozes entoaram juntas na madrugada desta quarta-feira o canto “¡Pobre de mí!”, lamento coletivo que fecha os festejos de São Firmino e convida todos a voltar a Pamplona dentro de um ano.
A festa de 2010 será em 6 de julho, quando a praça central de Pamplona se vestirá de novo de branco e vermelho para honrar seu padroeiro São Firmino durante nove dias e nove noites.
Depois que o escritor americano e Prêmio Nobel de Literatura Ernest Hemingway popularizou mundialmente a festividade com o livro “O sol também se levanta” (1932), a cada ano milhares de pessoas de todo o mundo visitam Pamplona para a Festa de São Firmino.
Hemingway também o fez em várias ocasiões, a última há 50 anos, data lembrada na edição deste ano da festa, que teve uma série de atos em homenagem ao escritor com a presença de seu neto John Patrick.
Os americanos estão entre os estrangeiros mais presentes nas festas, junto aos franceses, embora também haja um grande número de britânicos, italianos, alemães e neozelandeses.

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Harry Potter, o produto mais global e valioso da indústria

Nenhum outro produto da indústria cultural expressa tão bem as possibilidades oferecidas pelo marketing e pela globalização quanto Harry Potter. A estréia mundial, nesta quarta-feira (15), do sexto filme da série, “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, recoloca em movimento a maior máquina de fazer dinheiro de Hollywood, com reflexos em diferentes áreas e países.
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Por decisão da Warner, o filme estréia numa quarta-feira, e não na sexta, como é comum, simultaneamente em 29 países. O estúdio não explicou as suas razões, mas especula-se que a mudança tenha tido o simples objetivo de chamar mais a atenção para o filme em meio à concorrência de ofertas das férias.
No Brasil, “Harry Potter” vai ocupar mais de 500 salas – cerca de 25% de todas as salas de cinema do país. Somadas às salas que já estão exibindo “A Era do Gelo 3” e “Transformers”, as três grandes atrações das férias oferecidas por Hollywood ocupam mais da metade de todo o circuito exibidor no Brasil.
Dois livros, inéditos aqui, tentam explicar o fenômeno da marca – ou “franquia”, como preferem os americanos. São eles “Wizard! Harry Potter’s Brand Magic”, de Stephen Brown, e “Harry Potter: The Story of a Global Business Phenomenon”, de Susan Gunelius. No esforço de dissecar esta galinha dos ovos de ouro, os livros confrontam os números espetaculares com as estratégias de marketing até hoje utilizadas pelos proprietários da marca.
Como se sabe, a origem de tudo é um livro, “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, escrito pela britânica JK Rowling, que foi recusado por uma dezena de editoras antes de ser publicado, em 30 de junho de 1997, na Inglaterra. Saiu nos EUA um ano depois. Hm.
A série se encerrou com a publicação, em julho de 2007, do sétimo livro, “Harry Potter e as Relíquias da Morte”. Estima-se que os sete livros já tenham vendido mais de 400 milhões de cópias em todo o mundo. Traduzidos em 67 diferentes línguas, os volumes entraram para a história do mercado editorial pelos recordes que bateram de vendas antecipadas. O último vendeu 11 milhões de exemplares em 24 horas, no dia de seu lançamento. É para deixar uma mortal escriba de boca aberta.
Na falta de um levantamento global confiável, há apenas estimativas sobre o tamanho de Harry Potter em comparação com outros livros. A mais famosa estimativa, presente na Wikipédia, coloca a série de Rowling como o terceiro livro mais vendido no mundo, atrás apenas da “Bíblia” e do “Livro Vermelho”, de Mao Tse-tung.
Em 2008, Joanne Kathleen Rowling tornou-se a única autora (ou autor) de livros a figurar como bilionária (em dólares) na famosa lista da revista “Forbes”, que anualmente apresenta as pessoas mais ricas do mundo. Me divertia com as críticas de que ela aparecia vestida de pobretona, e depois, os elogios de que finalmente estava se portando como a bilionária que tinha se tornado. Penso quanto tempo é necessário para nos acostumarmos a ser bilionários? Está perdoada, Rowling.
15 07 04

Britânico que sobreviveu a avalanche ganha na loteria

Um britânico que sobreviveu a uma avalanche 11 anos atrás ganhou quase oito milhões de libras (cerca de R$ 25 milhões) na loteria, depois que seu pai comprou um bilhete premiado a caminho da padaria. Ted Newton comprava bilhetes de loteria para toda a família semanalmente, aos sábados, mas desta vez, decidiu tentar a sorte numa quarta-feira, à caminho da padaria, quando soube que havia um prêmio acumulado.
Ele e a mulher vão dividir o prêmio com os três filhos, entre eles Stephen, que há 11 anos sobreviveu a uma avalanche, quando escalava uma montanha com a namorada e um instrutor.

Stephen participava de um curso nas montanhas escocesas em dezembro de 1998 sobre como lidar com situações de perigo durante o inverno.

O grupo foi surpreendido por uma nevasca e acabou coberto por uma camada compacta de neve de mais de um metro de espessura.

Stephen conseguiu abrir espaço na neve, depois de ter ficado preso durante quinze horas. Quatro integrantes do grupo morreram no acidente.

Bilhete vencedor
Newton disse que ao conferir o resultado na quinta-feira imaginou que a família tivesse “ganhado alguma coisa”, pois um dos bilhetes que comprou tinha todos os números anunciados no sorteio.

A família comemorou o prêmio pedindo comida chinesa, depois de fazer uma vaquinha para pagar a conta. Delícia.

O empreiteiro aposentado Ted Newton, que foi demitido de seu último emprego, contou que tinha saído para comprar pão quando decidiu apostar na sorte.

“Tem uma padaria aqui perto, e eu passei por um mercadinho. Eu tinha visto em algum lugar que o prêmio estava acumulado, então, comprei cinco bilhetes já preenchidos”, disse ele.

“Nem pensei no assunto depois disso. Botei os bilhetes no bolso e esqueci.”
“Na quinta de manhã, eu estava sentado, Marilyn (sua esposa) estava na cozinha preparando alguma coisa. Eu decidi checar os números.”
“Quando chequei, vi que tínhamos todos os números menos o último, de bônus. Achei que a gente provavelmente tinha ganhado uns trocados.” Sorte? Deus? Benção? Destino? Bem, R$25 Milhões são sempre bem vindos. Boa sorte a vocês, e juízo na dose aí.

Avião iraniano cai com 168 pessoas a bordo

Credo! Toda hora isso agora?! Um avião comercial da companhia iraniana Caspian Airlines, com 168 pessoas a bordo, caiu nesta quarta-feira na região norte do Irã. A imprensa de Teerã informou que, ao que tudo indica, não há sobreviventes.

Homem observa destroços de avião que caiu no Irã
15 07 05

A aeronave, um modelo Tupolev de fabricação russa, caiu às 11h33 locais (4h03 de Brasília). Segundo a agência oficial IRNA, o avião decolou do aeroporto internacional Imã Khomeiny, em Teerã, e caiu 16 minutos depois, perto de Janat Abad, na província de Qazvin. O destino do vôo era a capital da Armênia, Yerevan.
Imagens de emissoras de TV iranianas mostraram uma grande cratera em uma área rural, com destroços espalhados sobre uma área ampla.
“O avião ficou completamente destruído e em pedaços”, declarou o coronel Massud Jafari Nassab, chefe de polícia da província de Qazvin. “Todas as pessoas que estavam a bordo provavelmente morreram”, completou.
Segundo o site do canal de TV estatal iraniano, 168 pessoas estavam a bordo da aeronave, sendo 153 passageiros e 15 tripulantes. Mais cedo, o canal em inglês Press TV informara 150 pessoas a bordo.
Citado pela agência IRNA, o chefe do Corpo de Bombeiros de Qazvin afirmou não ter informações sobre o que teria provocado o acidente.

As frotas de aviões civis e militares do Irã são formadas por aeronaves antigas e em condições precárias por conta de sua idade e da falta de manutenção. A novidade é que todos os aviões velhos do mundo parecem ter resolvido mandar a conta por estes meses de 2009…

Desde a revolução islâmica de 1979, o embargo comercial do Ocidente contra o Irã forçou o país a comprar principalmente aeronaves de origem russa, como o Tupolev, para complementar a frota existente de aviões americanos e europeus.
A Caspian Airlines é uma companhia iraniana. Fundada em 1992, opera vôos para Hungria, Emirados Árabes Unidos, Síria, Ucrânia, Armênia, Belarus e Turquia, e também para as principais cidades iranianas.

Romário passa a noite em delegacia no Rio de Janeiro

O ex-jogador Romário de Souza Faria, por causa de uma disputa judicial – passou mais de 24h na carceragem da 16ª DP (Barra da Tijuca) por falta de pagamento de pensão alimentícia aos filhos Moniquinha, 19 anos; e Romarinho, 15 anos, do primeiro casamento com a modelo Mônica Santoro. Romário foi liberado na tarde desta quarta-feira após comprovar ao juiz Antonio Aurélio Abi-Ramia, da 2ª Vara Cível do Fórum da Barra da Tijuca, que depositou a quantia pedida. Segundo o ofício de fundamento de prisão, o ex-jogador de Vasco, Flamengo e Fluminense devia R$ 89.641,44 em pensões.
Romário passa 24 horas preso e só é solto após apresentar comprovantes, veja a cobertura de Camilla Lopes, Jornal do Brasil:

RIO DE JANEIRO – O mês de julho tem sido repleto de adversidades para o ex-jogador Romário, de 43 anos. Além de estar na iminência de perder sua cobertura no condomínio Golden Green, na Barra da Tijuca, Zona Oeste – por causa de uma disputa judicial – o craque passou mais de 24h na carceragem da 16ª DP (Barra da Tijuca) por falta de pagamento de pensão alimentícia aos filhos Moniquinha, 19 anos; e Romarinho, 15 anos, do primeiro casamento com a modelo Mônica Santoro. Romário foi liberado na tarde desta quarta-feira após comprovar ao juiz Antonio Aurélio Abi-Ramia, da 2ª Vara Cível do Fórum da Barra da Tijuca, que depositou a quantia pedida. Segundo o ofício de fundamento de prisão, o ex-jogador de Vasco, Flamengo e Fluminense devia R$ 89.641,44 em pensões.

De acordo com o advogado de Mônica Santoro, Sérgio Fisher, o fato de Romarinho estudar em uma escola gratuita não muda em nada o valor mensal da pensão. O advogado não quis admitir uma possível revisão no valor da pensão por este motivo. O filho adolescente de Romário estuda na instituição de ensino do Clube de Regatas Vasco da Gama, em São Januário, do qual é atleta. Fisher disse ainda que Romário não tinha bens confiscáveis e, por isso, foi preso.

– Nesse momento processual, isso não se discute. Essa pensão já foi estipulada há muito tempo e o valor mensal continua o mesmo – assegurou.

Por estar preso, o ex-jogador não pôde comparecer ao evento de apresentação da camisa do América Futebol Clube, na noite desta terça-feira. O América estréia nesta quinta-feira na Série B do Campeonato Carioca. Romário foi o principal articulador para que a Unimed patrocinasse o tradicional time da Tijuca com R$ 150 mil por mês.

Não é a primeira vez que o ex-atacante da Seleção Brasileira tem problemas por não pagar pensão alimentícia aos dois filhos do primeiro casamento. Em agosto de 2004, o então centroavante do Fluminense passou cinco horas detido na mesma 16ª DP por dever R$ 140 mil à Mônica Santoro.

Desta vez, Romário não conseguiu ser solto no mesmo dia e dormiu na carceragem da delegacia com dois outros homens, presos pelo mesmo motivo.

Vida financeira

Apesar de não ter pagado pensão alimentícia, as fontes de renda de Romário continuam férteis. Com exceção do Botafogo, todos os grandes clubes do futebol carioca devem ao Baixinho. Ao JB, o advogado do Flamengo, Adalberto Ribeiro, disse que o time da Gávea está quitando, há cerca de seis anos, o que deve ao ex-jogador.

– O Flamengo deve uma quantia alta ao Romário, não sei precisar exatamente quanto. Mas a dívida está sendo paga já há seis anos, por meio do repasse feito ao Flamengo pelo Clube dos 13 (instituição que defende os interesses dos 20 maiores clubes de futebol brasileiros). Para quitar essa dívida ainda restam alguns anos. Eu creio que, por mês, o Romário deva receber aproximadamente R$ 200 mil do Flamengo.

O patrimônio do craque pode sofrer um duro revés caso ele perca a cobertura no condomínio Golden Green, na Barra da Tijuca. O imóvel é um dos mais valiosos bens de Romário. Por conta de uma ação na Justiça, na 5ª Vara Cível da Barra, ele foi condenado a pagar R$ 5,5 milhões de indenização a um casal de vizinhos.

De acordo com o processo judicial, o casal alega que um vazamento na cobertura do ex-jogador estaria causando problemas no apartamento, embaixo do de Romário. O casal alega que, mesmo com avisos seguidos, o ex-craque não teria tomado providências, impedindo os proprietários de alugar o imóvel novamente.

Filhos

Ao todo, Romário tem seis filhos: Moniquinha, Romarinho, Daniellezinha, Raphael, Isabellinha e Ivy. Raphael, hoje com 7 anos, só foi reconhecido pelo craque porque a mãe do menino, a atriz Edna Velho, entrou com um pedido na Justiça de reconhecimento de paternidade. Atualmente, Romário mantém bom relacionamento com Edna e o menino

É tanquilizante que uma lei funcione no Brasil, de forma austera. Não discuto se a mulher é perversa e disposta a prejudicar seu ex-marido, mas um cidadão que não prioriza seu compromisso com seus filhos, especialmente em plenas condições de fazê-lo, deve mesmo prestar contas, e pensar duas vezes antes de deixá-los em segundo plano. Crianças precisam de pão e leite todos os dias à mesa, não “semana que vem”. E se a pensão é gorda, não se ameniza a necessidade de pontualidade e freqüência. Dormir TODAS as noites com a molecada, cuidar, ir, vir, comprar uniformes, acompanhar, é um processo doloroso e prazeroso ao mesmo tempo, para a mãe, ou o pai, que criam os filhos sozinhos. A pensão, da outra parte, não muda, mas compensa e compõe essa responsabilidade. Portanto, não se trata de uma questão moral, de implicância ou de “bonzinhos e mauzinhos”. A questão é de compromisso. Como amar não é apenas uma questão de paixonite, atração e admiração somente, mas de compromisso. Li um artigo do Kanitz certa vez comemorando seus 50 anos de casamento. Ele disse: Sempre pode haver um homem mais sensual que eu, ou interessante, e não quero que minha mulher se preocupe se há pessoas mais atraentes. Quando se ama, o compromisso de amar é uma decisão.

Sou fã do Romário, Cavalo de Fogo como eu no horóscopo Chinês ( ele é de 1966) , um grande jogador e um ser humano admirável, em muitos aspectos, para mim. Paga direito aí, né, Romarião!

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Poupa Tempo, o primeiro RG

As meninas com identidade, rapidinho.

Fomos ao Poupa Tempo de Santo Amaro, refazer meu RG e emitir a primeira cédula de identidade das meninas lá de casa. Uma farra, confusa, com chuva, trânsito, mas uma farra. Ao chegar na entrada principal, logo descobrimos que se fazem fotos 3×4 instantaneamente ali do lado. Cinco reais cada duas fotos por pessoa, que é o mínimo fornecido, embora precisássemos somente de uma foto por pessoa. Não se paga NADA pelo RG. O meu sim, porque era re-emissão (R$ 25,00). Tudo fica no mesmo mega salão, guichês diferentes para tipos diferentes de emissão de documentos, banco para recolher a taxa, senhas, etc. Muita gente atendendo, simpatia de nível operacional, mas admito, simpatia.

Tita Caj   Avar   022

Embora ainda não seja digitalizado o documento, como já são nossos passaportes brasileiros, agora azuis, o serviço impressiona e agrada. Fica pronto pouco tempo depois, no mesmo dia, e para re-emissão, meu caso, no dia seguinte. Parabéns ao Governo de São Paulo.

Tita Caj   Avar   030

Ter Identidade equivale a ser alguém, identificado, no caso, com seu estado, sua cidade, seu país. O RG é o documento que regula e classifica os cidadãos, conferindo-lhes este documento de Registro Geral. Nos identificamos com várias coisas na vida, que nos ajudam a construir a identidade. As roupas, que são nossa persona, nossa expressão, nosso nome, nossa família, nossas origens. O legado dos meus sentimentos e sonhos, também plasma na minha identidade algo único e importante, que eu levo a cada esquina.
Quando eu era menina, queria ser professora de canto. Achava a professora do colégio muito linda, e queria como ela, dar aquelas aulas, pra crianças menores aprenderem a fazer música. Já sabemos que sou uma cantora frustrada, porque nunca me dediquei à música profissionalmente, mas naquela época, fiz um cartazete e colei lá na venda da Dona Maria. Sonhei encher a varanda lá de casa, um gazebo de cortinas e almofadões que tínhamos, com meus alunos menores. Bem, eu tinha 8 anos. Ninguém respondeu ao anúncio. Acho que eu não esperava que respondessem. Eu queria experimentar. Sonhar, soltar a voz. Aos 14 anos, fiz minha primeira grande palestra, no Colégio Gávea. Descobri que meu caminho era outro, mas que minha identidade continha, por herança profunda do meu próprio interior, a energia da fala, a conexão com o público, a descoberta da energia de cantar junto. A identidade do RG é um documento formal, que nos tira do anonimato, João Ninguém, sem lenço e sem documento, para estarmos reconhecidos pelo estado. Mas é a junção desta com a brisa interior, que nos confere a paz se sermos alguém, de fato. Tita Caj   Avar   031

Algumas notícias de hoje, que chamaram minha atenção, pra você, com meu abraço ; )

Manifestantes queimam mais de 300 carros em protestos na França. Salut mis amies….

A direção da polícia francesa informou que pelo menos 317 carros foram queimados em periferias do país na madrugada desta terça-feira, data das festividades nacionais que celebram a queda da Bastilha. Esse número, segundo um balanço ainda provisório, já representa um aumento de 6,7% em relação ao ano passado. O número de pessoas presas, 240, dobrou na comparação com o mesmo período.
O ministro do Interior, Brice Hortefeux, anunciou que irá reforçar a segurança no país nesta terça-feira, com um esquema policial de 40 mil homens.

Os transportes públicos, sobretudo os que ligam as periferias de Paris à capital também serão mais vigiados, disse o ministro. Hortefeux também proibiu a venda de certos tipos de fogos de artifício, que podem ser utilizados contra os policiais.

Nesta madrugada, 13 policiais ficaram feridos nos protestos. A maioria sofreu problemas auditivos causados por explosões de fogos de artifício atirados contra eles.

Após dois meses de queda, vendas no varejo crescem 4% e superam previsões

As vendas no varejo brasileiro subiram 4% em maio na comparação com igual período do passado e 0,8% em relação a abril, após dois meses seguidos de queda, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira.

Economistas consultados pela agência de informações Reuters previam um crescimento mês a mês de 0,4% e uma alta de 3% sobre maio de 2008. Eu previ o contrário, publicamente. : )

Recebi nos últimos 15 dias, amigos, parceiros e familiares da Europa, meu querido Manuel de Portugal, da Alemanha o Fabio Caju, dos USA Wilma e Zé Carlos, minha tia amada, do México nossa parceira Maria Eugenia. O Brasil é “o” admirado país do mundo, segundo contam todos estes amigos, e conforme vi e contei aqui nos primeiros meses de 2009 ao rodar por aí… Nosso mercado interno, como já expus em palestras sobre isso, é resposta aqui e lá. Mais aqui, do que lá. Adoro o país onde além de prosperar, podemos SER. Vamos prosperar, então, com o cheiro da Terra, com o sorriso distraído, gostoso, com o sol e a lua, com o recolhimento e a festa, com a criatividade e a determinação de trabalhar direito. A gente sabe, e pode ensinar os muitos que ainda não sabem. No caminho, por meio do conhecimento e esclarecimento, com amor.

Brasil, o futuro chegou.

Senado elege Conselho de Ética para analisar denúncias contra Sarney

Desativado desde março, o Conselho de Ética do Senado deve ganhar novos integrantes a partir desta terça-feira. Os senadores vão votar em plenário para escolher os 15 nomes que vão integrar o órgão, cuja primeira tarefa será a análise de duas representações formuladas contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).
A oposição pressiona para que a primeira reunião seja feita antes do recesso parlamentar, de preferência ainda nesta terça-feira. A avaliação é de que as chances de prosperaram os processos são quase nenhuma, porque o presidente do Senado possui maioria no conselho. Enquete: qual seria uma vergonha que o Sir Ney sentiria na pele, se passasse? Eu sou uma boba. Fico constrangida ao mínimo sinal de que obtive que algo não me era devido, seja o tempo ou a atenção de alguém que não queria de todo coração estar ali. Não concebo como pode um senhor, pessoalmente, fazer política e pousar de governante, de possuidor de uma “História” para falsear seu abuso. O senhor não tem nem educação, Sir Ney? Sua mãe não lhe ensinou a devolver um chiclete surrupiado no sorveteiro, e pagar o que o Sr. consome? Precisamos então fazer um manual de boas maneiras?
Estudo identifica relação entre obesidade em pais e filhos do mesmo sexo
Há maior probabilidade de que a filha de uma mãe obesa seja obesa e de que o filho de um pai obeso seja obeso, segundo um estudo britânico. O vínculo não existiria, porém, entre filhas e pais ou filhos e mães.

A pesquisa, feita pela Península Medical School, em Plymouth, na Inglaterra, e publicada na revista científica “International Journal of Obesity”, envolveu 226 famílias.
Os especialistas concluíram que mães obesas apresentaram dez vezes mais probabilidade de ter filhas obesas. Entre pais e filhos, a probabilidade foi seis vezes maior.

Nos dois casos, crianças do sexo oposto não foram afetadas.

Os pesquisadores acreditam que provavelmente o vínculo não é de ordem genética e sim comportamental e recomendam que as estratégias das autoridades de saúde sobre o assunto sejam reformuladas.

Eles acham que a explicação está em uma forma de “simpatia comportamental”, onde filhas copiam o estilo de vida da mãe e filhos copiam o dos pais.

Estratégias de saúde
Médicos britânicos tendem a monitorar crianças obesas por acreditar que a obesidade na infância leve à obesidade na vida adulta.

Os pesquisadores da Península Medical School dizem, no entanto, que a suposição dos médicos ignora o fato de que oito em dez adultos obesos não eram seriamente obesos quando crianças.

Na verdade, dizem os pesquisadores, os resultados do estudo indicam que ocorre o oposto: adultos obesos levam a crianças obesas.

“Deveríamos nos concentrar nos pais e isso não é o que temos feito até o momento”, disse Terry Wilkin, responsável pelo estudo.

A equipe de Wilkin mediu o peso e a altura das crianças e adultos participantes durante três anos.

Os especialistas concluíram que 41% das meninas de oito anos de idade cujas mães eram obesas também eram obesas. O índice caiu para 4% em filhas de mães que não eram obesas.

No caso dos meninos, a proporção de obesos não foi influenciada pela obesidade da mãe.

Entre meninos, 18% daqueles que tinham pais obesos eram também obesos. O índice caiu para 3% em meninos cujos pais tinham peso normal.

Novamente, a proporção de meninas obesas não foi afetada pela obesidade do pai.

Marketing pessoal ajuda a determinar o sucesso na carreira

Para ter sucesso na carreira, os profissionais precisam desenvolver marcas pessoais que o diferenciem da multidão de concorrentes igualmente capacitados. Independentemente de ter sido alvo dos muitos cortes de pessoal realizados nos últimos meses, ou não, o gestor de TI que quiser garantir a segurança de sua carreira deve avaliar como está construindo sua própria imagem no mercado.
A maioria das pessoas, no entanto, está muito ocupada trabalhando e não tem tempo de pensar na reestruturação de suas marcas. Por isso, seguem aqui algumas perguntas que, ao serem respondidas, permitem a identificação dos pontos fracos nas ações de marketing pessoal. São elas:

• Você pode explicar, em poucas linhas, quais são os aspectos que o diferenciam dos outros?
• Se alguém fizer uma busca na internet com o seu nome, encontrará quais tipos de conteúdo?
• Você pode definir qual é seu público-alvo e as estratégias para conquistá-los?
• Seu visual é condizente com a mensagem que deseja passar por meio de sua marca pessoal?
Se a resposta foi “não” para alguma dessas questões, isso representa um sinal de que seu marketing pessoal não é muito eficiente. No entanto, existem algumas dicas que podem ajudar a virar esse jogo:
• Mantenha o foco: defina-se da maneira mais específica possível, pois essa é a única forma de se manter na memória das pessoas. Esqueça o erro de mandar um currículo, por exemplo, e descrever-se como “profissional capacitado, espírito de liderança, comportamento colaborativo”. Todos fazem essa mesma coisa e, consequentemente, caem no esquecimento dos recrutadores.
• Diferencie-se: identifique em que aspectos você é diferente dos outros e exponha essa característica no currículo ou em entrevista de emprego. Mostre-se único.
• Avalie sua marca pessoal: assim como fabricantes analisam a aceitação, relevância e atualização dos produtos lançados, você deve se comparar aos concorrentes de tempos em tempos para identificar quais seus pontos fracos e fortes.

Costumo crer que Marketing pessoal é resultado de centramento pessoal, clareza de objetivos, honestidade consigo mesmo, e metas. Dinheiro não garante a felicidade, mas os estudos de felicidade que acompanho há muitos anos indicam que pessoas mais felizes vão melhor na carreira e fazem mais dinheiro sim senhor. Já as metas são fundamentais para felicidade, e o bom humor, dos casais que acordam juntos há muitos anos, de bom humor, são mais felizes, e longevos. Meu marketing pessoal é conseqüência do que eu sou. Assim, as dicas acima são perfumaria de 3a feira. O buraco é mais em cima!
Beijo!

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Previa de pausa, caminho, e paz

Amigos, posto as noticias do dia, e em viagem, mesclarei pensamentos e fatos de outros cantos, a pausa que faz parte do caminho, a paz, que é o lugar interior divino. Abraço carinhoso , da paz em movimento.

Estados investem em presídios com parceria privada; modelo desperta polêmica

Dois Estados brasileiros já iniciaram processos para a construção de presídios em parceria com a iniciativa privada, no modelo de contrato chamado PPP (parceria público-privada), mas a opção, que “terceiriza” a administração penitenciária, ainda é polêmica.

Em Minas Gerais e Pernambuco, os contratos de PPP preveem que o consórcio vencedor de licitação tem de fazer o projeto, construir o complexo prisional e se responsabilizar pela gestão do presídio quando a unidade entrar em operação. O Estado fica responsável pela segurança das muralhas, o transporte dos detentos e a diretoria da prisão.
Defensores da parceria argumentam que não se trata de privatizar presídios, mas de dar mais agilidade aos investimentos na área. Para o secretário de Defesa Social de Minas Gerais, Maurício Campos Júnior, a parceria entre Estado e iniciativa privada “aumenta a capacidade do Estado de fornecer vagas”.

“Ela [a parceria] permite a injeção de recursos da ordem de R$ 200 milhões na fase de construção com a disponibilização de vagas em curto prazo, o que não se conseguiria com o dinheiro do Tesouro”, argumenta o secretário.

No dia 16 de junho, o governador mineiro, Aécio Neves (PSDB), assinou contrato com o Consórcio GPA (Gestores Prisionais Associados, formado por cinco empresas dos ramos de construção, segurança e serviços) para a construção e gestão do complexo prisional de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Minas Gerais. O consórcio também elabora um estudo de viabilidade de uma prisão semelhante para o governo do Rio Grande do Sul. A estimativa é de que as 3.040 vagas do complexo de Ribeirão das Neves estejam disponíveis depois de 18 meses do início da construção.

Ataque talibã mata 4 no Afeganistão

Pelo menos quatro pessoas, entre elas um chefe policial, morreram hoje e outra ficou ferida em um ataque talibã contra um veículo das forças de segurança na província afegã de Maidan Wardak, informou à Agência Efe uma fonte oficial.

O porta-voz do governador provincial, Shahidullah Shahid, disse que o chefe da Polícia do distrito de Jalrez, Rajab Khan, e três de seus guarda-costas morreram quando uma bomba detonada por controle remoto explodiu na passagem de seu veículo.

Shahid, que atribuiu a ação à insurgência talibã, acrescentou que a explosão também feriu um agente policial.

Khan se dirigia à capital provincial, Maidan Shar, para participar de um ato público, quando foi atacado.

O distrito de Jalrez, em Maidan Wardak, faz fronteira com a província de Cabul.

Os ataques da insurgência contra as forças de segurança afegãs e as tropas internacionais são frequentes no país centro-asiático, especialmente no sul e no leste, onde os talibãs têm seus principais redutos.

SP terá programação especial para o Dia do Rock

A Galeria do Rock vai contar com shows gratuitos de bandas cover nesta segunda-feira

Para comemorar o dia em grande estilo, ícones do rock vão dar o ar da graça na Galeria do Rock, nesta segunda-feira. Covers de Elvis Presley, Raul Seixas, Kurt Cobain, Kiss se apresentarão nos corredores da famosa galeria de São Paulo.

Já está rolando a exposição dos fotógrafos Mila Maluhy e A.S Neto, além dos belíssimos bonecos de cera da artista plástica Leila Boas, que inclui figuras em tamanho real de Raul Seixas, Elvis Presley e Michael Jackson. As exposições vão até 30 de julho. Todos os eventos são gratuitos e abertos ao público. A Galeria do Rock fica na Av. São João, 439. Mais informações no telefone (11) 3223-8402.

Paulo Ricardo é outro que presta homenagem ao Dia Mundial do Rock. O eterno RPM continua com a sua temporada no Tom Jazz. No repertório, o cantor promete agitar os fãs com canções como “Rádio Pirata”, “Olhar 43″ e “London London”, de Caetano Veloso. Bacana!

Jovens reconhecem riscos de aliar bebida e direção

‘32% dos jovens afirmam que não bebem antes de dirigir porque a multa para essa infração é pesada’
Há alguns anos, a maioria dos estudantes universitários das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro admitiam que consumiam álcool antes de dirigir. Segundo pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, 42% dos universitários reconhecem os riscos de se aliar bebida a direção, e buscam outras alternativas para uma volta mais tranquila.

Em entrevista à JP, ex-presidente da SBOT, Dr Marcos Musafir explica como foi realizada a pesquisa, comenta sobre a lei seca e ainda, fala sobre as diferenças entre os resultados dos jovens paulistanos e cariocas.

Musafir explica que desde 2007, a associação fez uma pesquisa sobre o comportamento do jovem no trânsito, principalmente do que os habilitados que vão para balada e tem um nível de conhecimento grande considerável pela sociedade.

Ele ressalta que a ‘Lei Seca’ trouxe resultados consideráveis nas últimas pesquisas. Segundo a pesquisa, cerca de 50% dos jovens na capital paulista, não consomem bebidas alcoólicas quando vão dirigir. Musafir afirma que as principais diferenças entre jovens cariocas e paulistas refletem no modo como o jovem age para se divertir.

Meu amigo Ney Silva, o famoso compositor gravado por Martinho e Zeca Pagodinho, me contava sobre uma conversa que teve com Xico Xavier, anos atrás. Ao falar sobre vícios, e sobre o cigarro, Xico advertiu, em seu tom calmo e suave: “muito cuidado quando o assunto é o vício, muiiito cuidado.disse- esclarecendo quando se retira um vício, seu substituto pode ser pior…“. A lei Seca faz sentido. Não precisamos dirigir depois de beber, e é razoável se estimular cuidados. O exagero, a prisão por dois chopps, essa linha de cintura alemã, é tola. Irrita a sociedade e não estimula o respeito as leis. Já a proibição do fumo em qualquer lugar, parece não levar em conta a sabedoria da expressão humana, quando o tema é vício. As sociedades extremamente discipplinadas são afetivamente pobres, e dotadas da síndorme de neurose coletiva ( adicção, depressão, violência), mais claramente. Que se reservem lugares aos fumantes.

‘Vale Cultura’ será lançado em festa com Lula

Proposta do governo para incentivar acesso à cultura deve sair no próximo dia 23
Proposta do governo federal para incentivar o acesso da população de baixa renda à atrações culturais, o “Vale Cultura” deve ser lançado no próximo dia 23, no Teatro Raul Cortez, em São Paulo. A festa contará com a presença do presidente Lula. O dinheiro para a nova ferramenta cultural virá da renúncia fiscal de até R$ 50,00 sobre o lucro das empresas para cada empregado beneficiado.

Tal valor será transformado em ticket válido para assistir a peças de teatro e para a compra de livros. Segundo o ministro da Cultura, Juca Ferreira, apenas empresas que pagam impostos com base no lucro real poderão disponibilizar o vale-cultura aos trabalhadores.

É praticamente certa a presença da ministra Dilma Rousseff no palco do teatro Raul Cortez

Será?

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G8, poderes e Paulicéia! Viva Sala São Paulo!

G8 se reúne em meio a ‘crise de identidade’

Os líderes dos países do G8, o grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia, se reúnem a partir desta quarta-feira em Áquila, na Itália, para seu encontro anual de cúpula em meio a uma crise de identidades e questionamentos sobre sua relevância para tratar dos grandes temas internacionais. No último ano, com a crise econômica mundial que vem afetando de maneira mais intensa os países desenvolvidos, o G8 (que reúne Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia) perdeu espaço para o G20, grupo que tem a participação das 20 maiores economias e inclui diversos países em desenvolvimento.
Para muitos, o G8 vem perdendo relevância porque, hoje, não seria mais possível discutir grandes temas como a economia mundial, a questão do aquecimento global, o combate à pobreza ou o comércio internacional, sem a participação dos grandes países em desenvolvimento, como Brasil, China, Índia, México e África do Sul.

Esse grupo de cinco países emergentes, conhecido como G5, já vem participando como convidado das reuniões de cúpula anuais do G8 desde 2005, mas fica à parte da maior parte das discussões. A cada ano, aumenta a pressão para que eles sejam incluídos de vez no grupo e ganhem voz nas discussões.

Nos últimos dias, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou diversas vezes que continuará participando como convidado das reuniões do G8, mas que considera o G20 um fórum mais adequado para as discussões dos grandes temas mundiais.

A idéia de inclusão me parece necessária, em várias áreas da sociedade, o que ao mesmo tempo, por aparecer com tom equivocado, inclusionista, ressentido ou repetitivo, perde a oportunidade de vitalizar as inclusões de raças, credos, partidos e tipos positivamente. A integração de poderes em grupos G5,G8, G20, como acontece nos comitês de ordens sociais diversificadas, poderia contribuir para escalas de envolvimento. Entretanto, quando o assunto é poder assumido, e liderança formal, nota 10 para inclusão de players relevantes. Aquela distribuição hegemônica de países líderes morreu. Queiram ou não. O G8 faz lembrar uma daquelas famílias quatrocentonas paulistanas, quando em queda livre, decadência. O clube já cresceu. Novos tempos, amigos.

Poder no macro, poder pessoal, da pessoa
Como ser humano, indivíduo, também leio que é preciso dar poder a todas as esferas da SUA expressão e energia vital. Não deixe “ninguém” de fora, convide toda sua turma interior a participar das decisões do seu caminho, produtiva e saudavelmente para você e para os seus. G10 humano, é feito de gente integrada, nota 10. Ajudo o processo de integração e auto-conhecimento de muitas pessoas. Observo com freqüência que o poder de expressar suas pulsões principais, e assumir seu caminho por meio delas, é fundamental na felicidade, compaixão, sentido de viver, energia, saúde, ânimo, espírito suavemente alegre. Sem meio termo, nesse caso, a pessoa se assume e vai. No dia 08, número que aprecio em especial, com o G8, no mundo do comando global, chamo seu G10 pessoal, 100% de auto-desenvolvimento e amor. Muiiiito amor! Feliz Feriado. Viva a inteireza. : )

Inflação oficial desacelera e fecha o semestre em 2,57%, segundo o IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, utilizado para balizar as metas de inflação do governo, fechou o primeiro semestre do ano em 2,57%, taxa inferior aos 3,64% relativos a igual período de 2008. O índice também desacelerou na comparação mês a mês. O IPCA de junho apresentou variação de 0,36%, abaixo da taxa de 0,47% registrada em maio. Somos filhos de índices inflacionários inimagináveis até 15 anos atrás. A queda do índice atual portanto, tornou-se culturalmente associada, de imediato, a boa notícia, pelo excesso no lado contrário de antes. Mostra também uma retração de negócios e um certo juízo comercial, no coletivo. Ainda me parece bom. Temos tudo, mas ninguém é feliz- como diz o entrevistado na Oprah . Então, pra que mais? É a vez da qualidade.

Senado ignora decisão do STF e mantém nepotismo

Em cinco gabinetes foram encontrados exemplos em que a regra é desrespeitada. Análise por amostragem feita pela Folha no novo Portal da Transparência da Casa constatou diversas burlas à súmula do STF, saudada em agosto passado, quando foi editada, como uma revolução moralizadora. Encantador o papel da imprensa, da gente que escreve, fuça, pressiona e informa. Você, eu e o vizinho também temos nossos pontos mortos, bobagens e faltas de atenção mortais, se não fosse o alerta de amigos, amores, pais, terapeutas, médicos, chefes, advogados, irmãos. Quando temos sucesso então, precisamos de cuidado redobrado, para não nos tornar arrogantes, como li na excelente matéria da edição especial desta quinzena na revista Exame. Os poderosos entrarão em crise, não porque estão dando sinais de fraqueza, mas por serem grupos de empresas muito bem sucedidos, que sua arrogância se manifesta:eles creem que tudo que fizerem ou lançarem, será imbatível, sempre vencerão,tudo vai dar certo. Precisamos reagir, e humilde, mas corajosamente, corrigir ritos, práticas, hábitos, relações, pensamentos! Temos movimentos inúteis, neuroses chatas e antigas, erros e até injustiças em nossas práticas. Convido você a avaliar-se. Eu me convido a mudar e melhorar, e olho meu hoje e meu amanhã, com determinação. Quero ser melhor no ano que vem. Já o Senado….Alto lá, senhores!!!! Agradeço à imprensa, fiel guardiã, deste movimento revelador. Eles que se corrijam, sim senhor. O que podemos fazer? Primeiro, saber:

A medida de moralização que mencionei acima, proíbe nomear parentes até o terceiro grau, o que, para o STF, inclui avós, netos, pais, filhos, cônjuges, irmãos, cunhados, tios e sobrinhos. Deve haver duas condições para isso: que em ambas as pontas da relação os servidores ocupem cargo comissionado (de livre nomeação) e que trabalhem na mesma pessoa jurídica de qualquer dos três Poderes –ou seja, no mesmo órgão (o Senado, por exemplo).
Entre os casos encontrados pela reportagem, há uma legião de sobrinhos-netos, concunhados e primos de senadores que permanecem trabalhando em gabinetes do Senado. No segundo semestre do ano passado, após resistência inicial de senadores e deputados, várias pessoas foram exoneradas com base nas novas regras –87 servidores do Senado em setembro e outubro.
O advogado-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira de Mello, afirma que “a questão ainda está sub judice no STF, mas, por precaução, orientamos os senadores a evitarem nomear pessoas que são parentes entre si”.
“Não tem problema contratar amigo. Só não pode contratar amigo incompetente”-dizia meu grande amigo Dr Pedro Paulo Negrini. A escolha da iniciativa privada, entretanto, difere da pública, e considero que uma maior rigidez na proibição de nomeação de familiares é acertada. Como regular critérios e garantir probidade se o emprego ao netinho, sobrinho, titio, se sobrepuser à missão? E com Sarney e esse cenário, alguém ali sabe a missão, em práticas semanais coerentes? Exonerem-os, antes que encinerem-nos!

Sala São Paulo completa dez anos nesta quinta

“O Brasil entrou no mercado da música clássica graças a Sala São Paulo”, diz diretor da OSESP
A Sala São Paulo completa dez anos na próxima quinta-feira, 9 de julho. O local tem a melhor acústica da cidade e é a mais moderna sala de concertos da América Latina. Mas tudo isso só foi possível após o trabalho de recuperação do edifício da estação Júlio Prestes, inaugurado em 1938, que acompanhou a reestruturação da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, sediada atualmente no mesmo prédio da Sala São Paulo.

Em entrevista à JP, o Diretor Executivo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Marcelo Lopes, comenta sobre a importância da Sala São Paulo para a cidade, o que representa para a sala ter a OSESP sediada no mesmo prédio e ainda, explica como a Sala São Paulo se insere no contexto da recuperação do centro da capital paulista estando tão próximo da região conhecida como cracolândia.

Lopes afirma que a Sala São Paulo foi um divisor de águas que resultou em um grande crescimento no mercado da música clássica e maior fluxo de artistas clássicos. “O Brasil entrou no mercado da música clássica graças a Sala São Paulo”. Ele ressalta que o projeto da Sala São Paulo possibilita a apresentação de qualquer tipo de concerto, graças a sua ótima acústica. É relevante notar que uma decisão firme, viabiliza a vida. Ou seja, o bom espaço, faz a boa música. O rabo abana o cachorro. Sem Uma Lulik, Casa sagrada, sem vida erudita. Singeleza da alma, sutiiza do lírico, firmeza da obra, tijolo, palco, acústica, parede. Não se fazem grandes obras, grandes homens, grandes mestres ou grandes amores, só de papo furado. Se faz com Espaço real que se ocupa, organiza e preserva vivo. Novidade todo dia, estabilidade toda noite, responsabilidade. Parabéns nossa Sala São Paulo!

O maestro e Integrante do Linha de Frente JP, Roberto Sion, revela que teve o prazer de fazer parte da semana de inauguração do espaço. “Quero parabenizar a todos, pelos ótimos trabalhos que foram feitos e ainda, ao público que prestigia os músicos desta sala de concertos”.

O arquiteto e Professor de Planejamento Urbano da FAU – USP, Nabil Bonduki, afirma que trabalho de recuperação do edifício acompanhou a reestruturação da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. O arquiteto finaliza que a solução encontrada para as intervenções realizadas nesse prédio histórico foi valorizar os princípios específicos de um estilo e época, e ressalta que a continuidade da revitalização da ‘Nova Luz’ é essencial para novos projetos.

O aniversário vai ser comemorado com um concerto e os ingressos podem ser comprados por R$ 140 na bilheteria da casa ou pelo Ingresso Rápido. A apresentação será regida por Yan Pascal Tortelier e o programa terá obras de Poulenc, Mozart, Villa-Lobos e Stravinski. Um Sarau dos deuses. Vamos lá?

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Notícias do começo da semana

Tropeço de Lula

Chefe, o Senhor deveria estar junto com meu amigo Ricardo Jordão Magalhães dando palestra de ética no Senado.

Lula tropeça na saída do Palácio do Eliseu, em Paris
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, tropeçou e quase caiu em frente ao Palácio do Eliseu, em Paris, após encontro com o presidente francês Nicolas Sarkozy.
Os presidentes Lula e Sarkozy conversaram sobre assuntos que dizem respeito aos dois países, entre os quais destacaram sua ambição de “desenvolver conjuntamente uma verdadeira aviação militar”, graças à transferência de tecnologia da França ao Brasil.
Abordaram também a cooperação científica e a possibilidade de abrir a base espacial da Guiana francesa a engenheiros brasileiros, investimentos conjuntos na África e o compromisso dos dois países de preservar a biodiversidade na Amazônia.
Veja abaixo a seqüência de fotos do tropeço de Lula:
Lula Trope  o

Após impedir volta de Zelaya, Honduras adverte a vizinha Nicarágua

O governo interino de Honduras advertiu a vizinha Nicarágua, aliada do presidente deposto Manuel Zelaya, de que as tropas nicaraguenses não cruzem a fronteira, porque o país estaria disposto a se defender. Ontem, o avião de Zelaya foi impedido de aterrissar no aeroporto de Tegucigalpa, a capital hondurenha. Zelaya pedirá a Hillary atuação dos EUA na crise de Honduras
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, vai se reunir nesta terça-feira com a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, para buscar um maior compromisso do governo de Washington com sua volta ao poder, algo que o governo interino afirma ser “inegociável” O governo que assumiu após a deposição do presidente impediu Zelaya de pousar, domingo, no aeroporto de Tegucigalpa, onde conflitos entre milhares de seus simpatizantes e os militares deixaram dois mortos e ao menos uma dezena de feridos.

Zelaya recebeu no fim de semana respaldo unânime da Organização dos Estados Americanos (OEA), que suspendeu o país da entidade devido à recusa do governo interino de restituir o presidente de forma imediata e incondicional, após sua deposição em 28 de junho pelos militares.
Em uma entrevista coletiva na capital da Nicarágua, Zelaya se referiu sobre a reunião prevista em Washington com Hillary, na qual tentará apoio para aumentar a pressão sobre o governo atual de Honduras.

A questão pode tomar proporções de guerra na América Latina. O governo interino precisa gravar urgentemente um compromisso com a democracia e negociar a chamada de novas eleições. O presidente eleito Manuel Zelaya poderia voltar mediante compromisso de não obstruir a vida democrática, respeitando o final de seu mandato. Mas sua permenência no governo se mostra improvável e incômoda. Voc6e pode imaginar o presidente voltando…? Por outro lado, é hora de o governo interino mostrar a que veio, e que sua intenção orignal de defender a democracia, dando um basta aos abusos de poder de dirigentes feito Chaves, e não fazendo ainda pior. Se esse golpe não desencadear no fortalecimento da democracria em Honduras, então, ao invés de dar um basta a Chaves, estão arrumando-lhe uma oposição. Outra sandice armada.
Mas adorei o pulso firme, de não pousar o avião. Espero não me arrepender e ver esta gente honrar o motivo declarado do golpe.

Confrontos étnicos deixam 140 mortos no noroeste da China

PEQUIM - O governo da China anunciou nesta segunda-feira que pelo menos 140 pessoas morreram em distúrbios provocados pelos muçulmanos uigures em Urumqi, a capital regional de Xinjiang (noroeste), nos atos de violência étnica mais sangrentos no país em décadas, que para muitos se trata de um massacre cometido pelas tropas de Pequim.
Milhares de pessoas participaram nas manifestações de domingo na capital regional. A agência oficial de notícias Xinhua (Nova China) informou que o balanço de mortes pode aumentar nas próximas horas. Mais de 800 pessoas ficaram feridas, segundo a agência.
Na última nota divulgada, a Xinhua afirma que “as mortes pelos distúrbios em Xinjiang chegam a 140 e seguem aumentando”. Fontes do governo local anunciaram que centenas de pessoas foram detidas por participação nos atos de violência. Lendo este Blog, você encontra minha viagem a China no começo de 2009.
Um país que cresce 9% ao ano, há vinte anos, se sustenta num apoio indexorável da população,ao que parece, um pouco a base do medo. Não senti isso, pois que o povo é calmo, pacato, chinês. Mas a controvérsia deste maravilhoso país e povo, parece estar na raiz de uma mega nação totalmente aberta ao capitalismo e à influência externa,mas totalmente tradicional no seu partido político único , socialista. Ditador, o governo chinês executa mais penas de morte do que os USA e que todos os países do mundo. Essa questão não está diretamenta apontada nas mortes de ontem, com os muçulmanos e o declarado conflito de etnias, mas se serve a demonstrar ao nós, leitores aqui, como o grande quadro funciona, de que ambiente político estamos falando. Veja:

Pena de morte ChinaExecuções de pena de morte duplicam em 2008, divulga AI
China foi responsável por mais de dois terços das execuções em 2008. Relatório anual da Anistia Internacional (AI) apontou para aumento drástico dos casos de pena de morte na China, em 2008, apesar de o país ter sediado as Olimpíadas. Tendência mundial, todavia, é de abolição da pena.

Segundo o relatório anual sobre a pena de morte, divulgado nesta terça-feira (23/03) pela organização de direitos humanos Anistia Internacional (AI), foram executadas no ano passado pelo menos de 2.390 pessoas em 25 países – quase o dobro do número de execuções registradas em 2007.

Por outro lado, o relatório também apontou que, em 138 países, a pena de morte já não vigora mais ou não é mais aplicada na prática. Em 2008, Argentina e Uzbesquistão aboliram a pena capital. Eu não sabia que havia pena de morte na argentina!

Segundo o relatório da AI, a China foi o país que mais aplicou a pena de morte em 2008 – 1.718 pessoas foram executadas por fuzilamento ou injeção letal. O país é, assim, responsável por mais de dois ter­ços das execuções em todo o planeta. Apesar de a China ter sediado os Jogos Olímpicos em 2008, ali foram executadas pelo menos 1.248 sentenças de morte a mais que no ano anterior, apontou a AI.

Exemplo para autoridades esportivas
A estatística anual da Anistia Internacional sobre a pena de morte não é, no entanto, a última verdade – sobretudo em se tratando da China. O número real de execuções no Império do Meio é bem maior que o anunciado, afirmou Oliver Hendrich, especialista da AI na Alemanha. Ativistas de direitos humanos estimam em até 10 mil o total anual de execuções no país.

No ano passado, os tribunais chineses pronunciaram mais de 7 mil sentenças de morte. Dessa forma, não se cumpriu a expectativa de que a escolha da China para sediar os Jogos Olímpicos fosse provocar mudanças na política de direitos humanos de Pequim. Para a Anistia Internacional, o país mais populoso do planeta continua a ser “o cruel campeão mundial da pena capital”.

O fato de o número de execuções ter aumentado consideravelmente no ano das Olimpíadas surpreendeu também especialistas. Para Hendrich, isso poderia estar ligado à diminuição do número de execuções antes dos Jogos Olímpicos, em consideração à comunidade internacional. Ou talvez a mídia chinesa, controlada pelo Estado, tenham voltado a relatar mais sobre o assunto só após as Olimpíadas

O porta-voz do Partido Verde alemão para questões relacionadas aos direitos humanos, Volker Beck, afirmou que o aumento das execuções na China deve servir de exemplo a autoridades esportivas “para não escolherem, sem compromissos concretos, regimes totalitários como sede de eventos.” Claro, acertadíssimo.

Consenso crescente contra a pena de morte
Na estatística divulgada pela Anistia Internacional, o Irã (com pelo menos 346 execuções) aparece em segundo lugar, seguido por Arábia Saudita (102), Estados Unidos (37) e Paquistão (36). Com quatro execuções no ano passado, Belarus é o único país da Europa onde ela é ainda aplicada. Onde fica? Bem acima da Ucrânia, um daqueles países que agente não aprendeu ainda os nomes, nascidos da dissolução da União Soviética

Segundo a Anistia Internacional, a pena de morte ainda vigora em 59 países do mundo. No ano passado, no entanto, somente 25 países executaram sentenças de morte. Para a AI, isso indica a existência de um consenso crescente em nível internacional e atesta, ao mesmo tempo, que a pena de morte não é conciliável com os direitos humanos.

Na semana passada, o Novo México foi o 15° estado norte-americano a abolir definitivamente a pena capital. Na antiga Alemanha Ocidental, ela foi praticada pela última vez em 1949. Na ex-Alemanha Oriental, em 1981.

O especialista da Anistia Internacional Oliver Hendrich afirmou que, no geral, o mundo caminha para a abolição global da pena capital. Mas para ele, “cada execução da pena de morte é uma execução por demais”.

Lamento as mortes e o caso. Voltarei a China em Outubro, e pretendo blogar diárias aqui! A beleza do próprio país e o lado sábio, grandioso e espiritual deste povo é intrigante e belíssimo. Farei palestras locais e em contato com nossa gente de lá, ajudarei na profissionalização deste enorme mercado. Espero que a violência encontre caminhos de extinção! E postarei aqui diárias de mais essa aventura. Veja as anteriores , assita os filmes, é muito legal, em Eu e minhas meninas na CHINA FEV 2009. Acabar com a opressão e violência no mundo, é possível?

Venda de veículos no primeiro semestre é recorde, aponta Anfavea

As vendas de veículos no mercado brasileiro somaram 300.157 unidades em junho deste ano, o que representa uma alta de 21,5% ante maio de 2009 e de 17,2% na comparação com junho de 2008. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e confirmam recorde histórico de vendas em junho e nos seis primeiros meses deste ano. O que não divulgam é a razão: imposto mais baixo, deliberado. Alguma lição, aqui, Brasil?

Estudo sugere que cafeína pode combater Alzheimer

Os amantes do café podem ter uma nova desculpa para tomar uma xícara extra, depois que um experimento realizado na Flórida (EUA) mostrou que uma dose de cafeína equivalente a cinco xícaras diárias de café fez com que ratos com sintomas de Alzheimer recuperassem a memória.

A cafeína reduziu de forma significativa os níveis anormais de proteína beta-amilóide – um dos principais responsáveis do Alzheimer – no cérebro e no sangue dos ratos, segundo cientistas da Universidade do Sul da Flórida, que publicam hoje os resultados de seu estudo na versão digital do “Journal of Alzheimer’s Disease”.

“Este é um dos experimentos mais promissores sobre o Alzheimer em ratos até o momento”, disse Huntington Potter, diretor do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer (ADRC, em inglês) da Flórida. Estudei ha aluns anos com Dr Vitor Mattos. Pela medicina ortomolecular, os exames chamados mineralograma, apontam alto índice de Metal ( alumínio) nos doentes. Ou seja, anos de cozimento em panela de alumínio e tampas de iogurte e varios outros produtos e materiais de alumínio ligados a aliemntação, tem ligação com Mal de Alzheimer. Panelas de ferro e cafezinho, moçada!

Laser pode ser esperança contra a perda de visão na terceira idade, diz estudo
Tenho 42 anos, e sou privilegiada com “: um olho para longe e um olho pra perto” Não sei quanto tempo isso dura, mas nào preciso de óculos…E acho mesmo que quemos usa, piora com o tempo a visão a “olho nú”. Como aprecio muito o nú, resisto bravamente. : )

Um novo tratamento a laser desenvolvido por pesquisadores do King’s College London, no Reino Unido, poderia ajudar a evitar a cegueira em milhões de idosos, segundo os especialistas. A técnica ajudaria a reverter os efeitos da degeneração macular relacionada com o envelhecimento, que é conhecida como a principal causa de cegueira em pessoas com mais de 60 anos.
Testes preliminares com 50 pessoas com retinopatia diabética foram promissores, indicando melhoras na visão – “o laser retorna a parte anterior do olho ao seu estado da juventude”, destacaram os autores. Segundo eles, o laser de “curto pulso” é indolor e funciona aumentando a liberação de enzimas que limpam os resíduos sem danificar as células que nos permitem enxergar.
Os pesquisadores planejam novos estudos com pacientes com degeneração macular relacionada à idade em um olho, com o objetivo de manter a visão no olho melhor o máximo possível. “O que esse laser está fazendo é tentando tratar os processos subjacentes ao envelhecimento, como se ele fosse ‘resetar’ o relógio para que você não tenha as manifestações de perdas visuais”, explicaram, prevendo que ele estará disponível de dois a cinco anos.

Gratidão por essa medicina, temos que ter. Medidas pouco invasivas, e o mais ecológicas possível para os pacientes e sociedade, também.

Prometi o tour de France. Não esqueci, blogo nestes domingos e nas férias, tá?

Fala tú, falo eu!

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