Arquivo de 16 de agosto de 2011
Avião
Tenho excelentes registros de voar.
Viajar foi uma escolha de vida que fiz e que pretendo sustentar até sempre, se Deus permitir, trabalhando e ajudando muita gente, gestão de mudança, desenvolvimento pessoal, prosperidade.
Estou escrevendo dentro do avião, voo TAM Rio – São Paulo, das 19:45.
Congonhas – Santos Dumont = a rota do amor. Santos Dumont – Congonhas = a rota do amor com vinho bom e elegância… rsrsrs. Se ele vai me buscar no aeroporto? Claro. De qual lado da ponte aérea, de lá ou de cá? Dos dois. : )) Tudo que faço, faço muito. Amor pra mim é beijar apaixonado, fazer questão de estar do meu lado, buscar e levar flores um bocado, rir, querer, me escolher. E claro, com isso, dar aquela gargalhada.
Voando no momento…
Minha mãe me convenceu de que ninguém na nossa família morreria de avião, e foi legal esta coisa. Ela era aeromoça na Panair. Bem, na verdade, fez o curso escondido da minha avó. Um belo dia, no Rio, com 17 anos iniciou e terminou a formação e aos 18 começou a voar como comissária de bordo. Apareceu na sala toda vistosa de aeromoça e a vovó: onde a senhora pensa que vai deste jeito? Pra Recife (Pernambuco). Ahn? Levou uns gritos, mas teimou e foi sim. Entrou na perua Kombi da companhia aérea e vuuum.
Voou como comissária o Brasil todo e depois o mundo por muitos anos. Houve uma pane no Triângulo da Bermudas, que ela contava ser clássico no sumiço de aviões (OVNIS ! UFOS, CRIA!), e eles não morreram não se sabe como. “Minha filha, tive que colocar as mãos no console na cabine da tripulação e rezar para valer, tamanha a turbulência. Depois deste dia, tive certeza que NA NOSSA FAMÍLIA NINGUÉM JAMAIS VAI MORRER DE DESASTRE DE AVIÃO”, declarou a minha maga mãe… saudosa Bob Mãe!
Uffffa. Folgo em saber, rs.
Medo? Não, não, não… rs. Apenas um DESCONFORTO imensooooo, kkk! Mas isto só quando decola e pousa, quando fico assim, querendo entrar em coma por cinco minutos, rs.
Já, já pousamos em Congonhas. Um bom vinho? Certamente…!
Fui ao Rio participar do programa Sem Censura da Leda Nagle. Foi muito legal, gostei e causei lá na emissora : ))
Agradecimentos aos queridos Felipe Cartier e Tuca, também a toda turma da produção e a Leda, além da Gisele Machado e Vera Mello, assessora de imprensa e Analista Quântica respectivamente, assessoras no evento. Ouvintes/telespectadores do Brasil todo… Saibam: vocês são comoventes. Recebi mensagens de carinho numa quantidade imensa. Bem se nota que temos mais é que estimular essa coisa de brilhar os olhos, todo mundo goxxxta… ; ). E eu também!
Por isso vem livro novo… de dar água na boca ; )
Bjo!
Nenhum comentário |Sobre o sucesso permanente.
Jogando com minha filha de treze anos no videogame do Wii, pergunto: “mas por que a corrida é difícil?”, “porque você não tem coordenação motora, mãe”, “sacanagem, dá pra deixar a mesma pista pra eu treinar no mesmo ambiente?”, “dá… vai mãe, se anima que você tá ganhando em último”, “oh céus, de novo esse papo de último”. Compensação? Fui a primeira de seis filhos a ter filhos, a primeira caçula a ser mais velha, a primeira a quebrar a cara nos negócios, a primeira a ficar pra trás em quase tudo – dos esportes ao senso de “corretice”- a primeira a ser a última, e magicamente, chegar em algum lugar. Não tem posição, tem a sua posição.
Milton Erickson conduziu um transe hipnótico num sujeito que competia no golfe, mas que só conseguia ir bem nos treinos, pois quando chegava o campeonato, se perdia. Daí, o mago médico autor da Hipnose contemporânea – ele, mesmo tetraplégico por uma pólio que o condenou ainda criança a ter apenas mais seis meses de vida, foi até os oitenta! – ensinou o inconsciente do jogador a dar a tacada da vez, sempre como “buraco número um”. E de um em um, no meio do campeonato, o cady (o carinha que carrega os tacos) acompanha o jogador, que ao se dirigir para o próximo buraco, é interrompido: “aonde você vai?”, “para o próximo buraco”, “mas este foi o décimo oitavo, você ganhou”, “ganhei? Que décimo oitavo? Estou no buraco número um… e quem são todas estas pessoas?” – saindo do transe hipnótico, vê o ambiente de não-treino, era o campeonato!!
Fazer cada coisa como se fosse o buraco número um exige um desprendimento absurdo para toda expectativa que criamos de nós mesmos, da ida, da ideia de valer a pena estar aqui. O Personare dá a notícia do fim de Netuno em Aquário, se foi bom para tecnologia e essa carga bilionária de conectados, tuiteiros, Facebook e a busca de um beijo a cada “curti” que a gente recebe foi ruim para o amor.
Desde 1998 até agora, 2011, esse planeta do sonho e da confusão, ilusão e capacidade de imaginar o que quiser, esteve na casa mental e prática de Aquário. Bem, para o amor, ficar, ficar e ficar, trocar parceiros e defender-se do envolvimento foram a tônica coletiva inconsciente. Leia o artigo AQUI. Diz-se que, em 2012, Netuno entra em Peixes, signo do qual é regente. Não se explica muito o que vai acontecer, mas vai ser mais entrega, arte, transe, proximidade, romantismo, viagem na maionese. De 1998 pra cá, tive filhos, casei, noivei, amei e continuo romântica – e a primeira nisso! – mas a ênfase geral diz sim que foi trabalhoso esse tom, nesse céu.
Gosto de astrologuês. Coisa séria. Ai, que bom, eu que vou casar logo, estou feliz, um apoio dos céus para dormir de perna trançada, para se saber amado e amar com exclusividade, tipo de amor importante. Embora possamos nos saber amados por dúzias de pessoas, nada substitui esse amor único, que ASSIM, só a você que a pessoa ama e vice-versa… Agora estamos indo para uma onda solta e ordenada (Peixes – Virgem), em que Netuno diz “fica, fica comigo assim, gostoso”, sem a competição cansativa do eixo ego Aquário – Leão, aquela coisa da última década, todo mundo querendo ser o primeiro e competindo com imagens, seios maiores ou ainda um descompromisso ameaçador, negando sentimentos, “pegando” gente na balada. Bem, diz meu amigo e admirado empreendedor CMO da Quantum, o Ricardo Jordão: para de tentar inventar um método para fazer as coisas e vai fazendo uma atrás da outra. Não deu hoje? Retoma e faz amanhã. No meu tema, que é a autenticidade, a coisa de autoconhecimento, a dinâmica das relações e os nossos talentos, eu acho que ele está certo, e a cor é algo como: para de tentar montar um esquema de ser feliz, e vive. V-i-v-e um momento bobo com o filho (e absolutamente fantástico!) atrás de uma pedalada possível (em último), um texto na frente de uma reunião, um macarrão (viram? Foi meu primeiro no estúdio novo! Rá! A última a cozinhar!!), um telefonema na frente de uma despedida, um encontro antes de tudo – eu fui a primeira a acordar hoje, a última a ir dormir, a única a estar na minha própria pele. Ter o topete e a ousadia de ficar bem, muito bemmm, é um ato revolucionário e único, o primeiro buraco do golfe. E sabe o que? A vida tem muitas moedas. Ganhar o jogo do seu jeito é o que liga. Só não desista. Meu estranho sucesso em tudo que faço nasce de ganhar em último. : )
FOTOS: Macarrão do Studio Claudia Riecken: Johann, meu irmão e Priscila, da Universidade Quantum. Não é que tá bão?!
CLAUDINHA
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